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A mostrar mensagens com a etiqueta FMI

angola na fossa

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Angola pediu ajuda ao FMI. As ajudas dessa notável instituição liderada pela madame Lagarde, la vache qui ri, já se sabe no que redundam: os grandes de Angola, se se pode chamar grande a gente assim, de terrível pequenez humana, continuarão a viver à tripa-forra. Os sacrifícios, sabêmo-lo por experiência própria, serão impostos ao cidadão comum. No caso angolano, a um povo há tanto mártir. Por outras palavras, juntam-se ladrões a bandidos e o resultado não pode, não vai ser bom. 
Dirão alguns que se trata de um assunto interno de uma nação independente. O capital não tem pátria, tem párias. A indignação não tem fronteiras nem peias. Não posso estar um dia com o povo de Angola e, no outro, com os seus dirigentes. Ou uns ou outros.







FMI recusa acordo com a grécia

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É a notícia de última hora. Lagarde, o Gasparzinho agora fantasma, os mangas-de-alpaca, os guardiões do capital, os carrascos dos países pobres, recusam-se a chegar a acordo com a Grécia, apesar de todas as cedências, da cedência da própria dignidade de todo um povo. Os senhores do FMI, mais os alemães, mais os guardas prisionais em Portugal, querem guerra. Vão tê-la. E as vítimas seremos também nós, os que não votámos neles, que os abominamos, que queremos ver a sua política morta e enterrada. Com eles, se não for pedir muito à sorte, aos astros, ao destino.

os mentideros da lusa pátria

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É irrevogável! Paulo Portas veio hoje, mesmo com gripe, afirmar que Ana Gomes é uma mentirosa compulsiva, que ele nada teve a ver com as falcatruas dos submarinos. Aliás, acrescento eu de minha lavra, juro-o pelas minhas quatro alminhas se preciso for, nem falcatrua houve: se há detidos na Alemanha e na Grécia por causa deste tipo de afundamentos, só pode ser porque tanto a Justiça grega, e sobretudo a alemã, funcionam pior, muito pior do que em Portugal, há por lá muitos juízes com nome de cantaroleiro pimba, tipo Karl Alexander ou Károlos Aléksandros.
É irrevogável! Cavaco Silva nunca disse o que disse. Afirmou-o hoje com desusado ênfase: "É mentira! É mentira!", nunca por nunca ser incentivou os portugueses a acreditar no BES, a deixar ou a investir no BES o seu rico dinheirinho! E o vídeo abaixo comprova-o à saciedade: Cavaco Silva nunca falou do BES mas sim do Banco de Portugal que, esse sim, a culpa é do Carlos Costa que deve ter as costas largas, afiançava a seguranç…

gomorra revisitada

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Estou-me a ver grego para aguentar este final do ano. E não é por causa do frio. Leio, e não creio no que leio, que o FMI vai suspender a "ajuda" à Grécia até às próximas eleições.
Meu bom povo, o grego e o português ou qualquer outro que queira ser governado por gente de bem, atentem no que vou dizer: o FMI não deixa. E, mesmo que deixe, não deixa a Alemanha ou, se for latino americano ou africano ou asiático, não deixam os Estados Unidos, esses grandes líderes do mundo e arrabaldes. Eles estão aqui, exércitos e políticos, instituições e eleitores, para nos proteger das garras de quaisquer laivos de comunismo, de Estado Social, de Justiça Social, de liberdade, igualdade, fraternidade, porque a Revolução Francesa já lá vai há muito e a Russa deu com os burros na água com excelentes resultados: algumas dezenas de multimilionários e um povo que não passa da cepa torta. Milionários que viajam em avião particular, consomem carros de luxo, mansões de milhões, caviar e Veuve Clic…

escolha aqui o seu cartão de boas festas

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alzheimer na alta finança

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Sou um génio das finanças, da economia, da governação. Desde o início da crise, desde Sócrates, que tenho estado irredutivelmente contra a austeridade que só atinge os "pequenos", nunca os "grandes", o mexilhão que se lixa enquanto a lagosta se dá a luxos. É que eu cá, ao lado do FMI, sou um crânio. Os gajos tanto se declaram contra a austeridade como a favor, tanto dizem hoje uma coisa como, amanhã, o seu contrário se preciso for. Desta feita, foi Lagarde a avisar que ainda serão precisas mais reformas em países como Portugal. Reformas, no vocabulário deles, significa uma só coisa: austeridade, cortes nos salários, pensões, escola e saúde públicas. A morte do Estado Social para proveito dos "mercados", essa entidade que poucos sabem o que é, quem os constitue, mas que tanto mal nos faz.
Sou um génio, não há dúvida. Ponham-me a governar. Farei melhor do que Passos, prometo. Aqui, e só aqui, estou com Mira Amaral, com a vantagem de o dizer sem uma chuvada…

desastre total

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O FMI quer mais e o governo está com o FMI. É preciso tornar legais os despedimentos ilegais e, para isso, nada melhor do que começar por reduzir as indemnizações a pagar pelos infractores. Os salários, em Portugal, ainda estão altos, os de miséria, depreende-se, nunca os dos gestores da banca e das grandes empresas, e, neste "contexto", aventar a possibilidade de aumentar o salário mínimo é loucura e crime a merecer castigo. As reformas também estão altas, é preciso cortá-las mais. Ainda há muito por onde cortar, reduzir, esmifrar, chupar, extorquir, expropriar, espoliar, roubar.
As notícias, sujeitas a confirmações e desmentidos, às mentiras e meias-verdades do costume, chegam-nos às pinguinhas antes das eleições. Depois delas, virá o mijarete completo. Quanto mais não seja, se perder as eleições, virá a vingança de Coelho, que já deu sobejas provas de ter os portugueses em pouca ou nenhuma conta.
Nós cá estaremos para pagar a factura. Na esperança de que nos saia um carr…

follow the leader

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Lagarde não faz as coisas à lagardère. Todos os passos são bem calculados, as análises financeiras bem estudadas, os riscos bem acautelados. Lagarde aponta-nos o caminho. Sigamos Lagarde,

verbo e verba

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Por Fernanda Mestrinho http://www.ionline.pt/
Primeiro o Verbo e depois a Verba - foi assim, no parlamento, que Natália Correia (fazia 90 anos esta semana) levou o ministro das Finanças Cadilhe a recuar num corte à cultura.
Que diria ela, de cabeça levantada e boquilha, desta gente? Foram servis e são, agora, tratados como maridos enganados. Afinal, um estudo do FMI (o Verbo) diz que a "velocidade" da austeridade (a Verba) pode ser prejudicial. Um tal cônsul do PSD, Marco António, imagine-se, veio indignar-se com esta traição.
Indignados estamos nós. Como dizia Bagão Félix, até os mortos não escapam. Quando vão tirar dinheiro a pessoas com mais de 90 anos, pensões de sobrevivência de 1050 euros, já é uma forma abutre de governar. Como foram ao subsídio de desemprego ou de doença.
Incapazes no Verbo com quem tem dinheiro, são vorazes com a Verba (carteira) dos cidadãos. Precisam apenas de uma caneta? e de uma maioria. A receita do IVA, em relação a 2011, desceu 3 mil milhões:…

de bandalho e de louco, têm eles e não é pouco

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Não sei se já deram pela marosca. De repente, como quem não quer a coisa, membros do PSD e do governo desataram a criticar publicamente o FMI, responsabilizando-o pelos resultados catastróficos da austeridade "excessiva". Gente de bem que se preocupa com os governados, pensará o cidadão mais incauto esquecendo-se que, ainda não há muito tempo, o Coelho, qual lebre atrevidota, prometia, ameaçava ir mais longe do que a troika em tudo o que tivesse a ver com cortes e roubos. O que de facto aconteceu.
Todo este afã em se distanciarem do FMI e demais maralha da troika terá a ver com as eleições, tão próximas, tão perigosas, provavelmente tão humilhantes?
Talvez não. Talvez só lhes tenha dado a louca. Acontece aos melhores ou, neste caso, aos piores. Bandalhos.
Imagem: http://www.chilloutpoint.com

carta aberta a uns pedaços de merda

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Por Ferreira Fernandes http://www.dn.pt
Olá, amiguinhos do FMI. Eu sou o ratinho branco. Desculpem estar a incomodar-vos agora que vocês estão com stress pós-traumático por terem lixado isto tudo. Concluíram vocês, depois do leite derramado: "A austeridade pode ser autodestrutiva." E: "O que fizemos foi contraproducente." Quem sou eu para desmentir, eu que, no fundo, só fiquei com o canto dos lábios caídos, sem esperança? O que é isso comparado com a vossa dor?! Eu só estiquei o pernil ou apanhei três tipos de cancro, mas é para isso que servimos nos laboratório: somos baratos e dóceis. Já vocês não têm esses estados de alma (ficar sem emprego, que mau gosto...), vocês são deuses com fatos de alpaca e gravata vermelha como esses três novos que acabam de desembarcar para nos analisar os reflexos. "Corre, ratinho branco!", e eu corro. Vocês cortam-me as patas: "Corre, ratinho branco!", e eu não corro. E vocês apontam nos vossos canhenhos sábios: &…

também eles foram bons alunos ...

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Se ainda acredito na Humanidade? Às vezes, sim. Na Argentina dos anos 90, devastada pela presença dos "técnicos" do FMI, sempre esses, uma mulher, Milagro Sala, inicia um movimento pela sobrevivência. Nascia o "Copo de Leite", cuja única intenção era a de alimentar os miúdos que, tal como acontece por cá agora, iam para a escola sem comer. A obra cresceu, construíram casas e hospitais com as suas próprias mãos, sem depender das ajudas de ninguém, muito menos do Estado.
Claro que - basta fazer uma simples pesquisa no YouTube - os detractores são muitos: que Milagro prepara um exército rebelde, que Milagro tem enriquecido à custa do movimento, que Milagro é um homem travestido de mulher, que Milagro é violenta e apela à violência. 
Milagro faz o milagre de se rir e continuar a sua obra. Ela e os milhares que se reuniram à sua volta. E que sobreviveram.

o desígnio patriótico de pedro passos coelho

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Os representantes da troika têm escrito as cartas que, depois, são assinadas pelos membros do governo português. A gente já sabia, mas não há nada como ter a confirmação: os portugueses não mandam aqui, nem mesmo gente com a envergadura patriótica de um Passos, um Relvas, um Borges, um Gaspar.
Toda a história (e provas) aqui: http://www.esquerda.net/artigo/troika-escreveu-vers%C3%A3o-final-das-cartas-assinadas-por-governantes-portugueses/26672

é sempre a mesma cantiga

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Por Daniel Oliveira
Governo propõe mais meia hora de trabalho por semana. UGT ameaça não assinar acordo de concertação social. Governo recua e altera lei laboral radicalmente.
Governo propõe alterações na Taxa Social Única, aumentando os descontos da segurança social dos trabalhadores e reduzindo os descontos dos empregadores, pondo os trabalhadores a financiar as empresas. Enormes manifestações em todo o País. Governo recua e aplica o maior aumento de impostos de que há memória.
Governo pede um relatório ao FMI sobre os cortes no Estado Social de que será a única fonte. Relatório político (e não técnico) propõe aumento do horário, redução de salário e despedimento de 20% a 30% dos funcionários públicos; aumento dos horários dos professores com dispensa de 30 a 50 mil docentes; aumento das propinas; redução drástica dos apoios ao desemprego e restantes prestações sociais; redução drástica das reformas e aumento da idade de reforma; aumento das taxas moderadoras e redução das comparti…

desempregados, esses preguiçosos

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Cá venho eu desancar mais uma vez o relatório do FMI. E isto porque vou sabendo, aos soluços como convém para não me dar o badagaio, mais algumas propostas que o governo, perdão, o FMI resolveu bolçar para os pacóvios cá do burgo. Os escrevinhadores de serviço, reputados técnicos, excelsos economistas, finos teóricos do empobrecimento de massas, consideram o subsídio de desemprego demasiado elevado, altíssimo, um escândalo, um roubo ao Estado, um convite à preguiça, e sugerem a sua redução em valor e em tempo de vigência.
Sabendo que o montante do subsídio se situa (neste momento, amanhã não se sabe) entre os 400 e os 1.200 euros, a partir deste mês sujeitos a descontos, é fácil perceber que é dinheiro mais do que suficiente para zarparmos para as Caraíbas umas semanitas para arejar e bronzear as enxúndias. É carcanhol que baste para comprar um Porshe, encomendar as refeições ao Gambrinus e, quiçá?, adquirir uma mansão de 10 assoalhadas na Quinta do Lago ou na da Marinha.
Em muitos c…

portugal estilhaçado

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Deixem-me falar claro e grosso. Toda a gente - menos o núcleo duro do governo, a tríade constituída por Passos, Gaspar e Relvas - diz que o relatório do FMI é uma merda (por outras palavras, que eles são bem educados e eu não sou), que contém erros crassos e análises enviesadas porque dá jeito à tríade, e que é, no fundo, um tratado neoliberal-fascista encomendado pelo próprio governo. Ponto.
No entanto, os opinioneiros de serviço às televisões e aos jornais, independentemente de estarem contra o relatório ou de serem mais de esquerda ou mais de direita, não falam, pelo menos não com a acutilância devida, do essencial: dos negócios e negociatas sustentados ao longo de décadas para serventia das panelinhas partidárias com custos colossais para a Nação, todos nós. Nada se diz dos pareceres jurídicos encomendados a grandes sociedades de advogados e que custam milhares e milhares de euros ao Estado. Não se fala das frotas automóveis dos governantes, totalmente desproporcionadas tendo em …

paz à sua alma

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Por Constança Cunha e Sá http://www.ionline.pt
Para efeitos internos, o governo achou por bem esconder a sua decisão de cortar 4 mil milhões na despesa atrás de um estudo encomendado ao FMI – em que este apresenta um menu completo de medidas radicais de austeridade, que, a pretexto dos mais desfavorecidos, levam ao empobrecimento generalizado da sociedade, nomeadamente dos mais desfavorecidos. O estudo, feito em meia dúzia de dias e assente em dados desactualizados, foi saudado pelo primeiro-ministro com enlevo, que viu nele um ponto de partida “muito bem feito” para um debate, que não vai acontecer, sobre as funções do Estado.
Aparentemente, não ocorreu ao governo que a posição negocial do país teria tudo a ganhar se o tal ponto de partida surgisse de Portugal e não de um dos seus credores. Mas como se sabe o Dr. Passos Coelho não tem por hábito preocupar-se com pormenores desta natureza. A sua política externa traduz-se no silêncio e na subserviência e, não por acaso, o júbilo com …

o FMI está a passar por aqui

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O governo, o FMI, a Comissão Europeia, as agências de notação, os especuladores financeiros, as altíssimas individualidades do capitalismo desregulado que até o Papa já não poupa, benza-o Deus nem que seja só desta vez, afirmam-nos, mentirosamente, cansativamente, repetidamente, ad nauseam, que andámos a viver acima das nossas possibilidades, que o Estado não pode pagar a Saúde, a Educação, as Prestações Sociais. No entanto, ainda antes dos cortes que Passos, O Tresloucado, encomendou ao FMI, mesmo assim, comprovadamente, o Estado português gasta menos connosco do que se gasta em média na Europa para os mesmos fins e, indigne-se!, pasme se ainda puder!,  apesar de termos das cargas fiscais mais elevadas do continente.
Assim sendo, há que perguntar: para onde é que vai o nosso dinheiro? O FMI, tão lesto a fazer análises de gastos, no seu entender supérfluos, com o bem-estar e a vida de seres humanos, não quererá ir ao fundo da questão e recomendar, em relatório que eu próprio assinare…

já casaram?

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Está marcada uma manifestação para Sábado. Eu vou. Nem que seja o único a estar lá. Esta gente tem que ser parada. A bem ou a mal.

https://www.facebook.com/events/529508760400805/

venda-se a democracia por 4 mil milhões

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Por Luís Monteiro http://expresso.sapo.pt
Baixar indiscriminadamente todas as reformas, despedir 50 mil na educação, aumentar as propinas, diminuir radicalmente o montante e a duração do subsídio de desemprego, baixar os salários de toda a função pública, aumentar ainda mais as taxas moderadoras, tudo isto e muito mais propõe o FMI para baixar a despesa pública em 4 mil milhões de euros.
O governo não se pronuncia, alegando cinicamente que esta é uma proposta do FMI e que ainda não reviu o relatório, mas Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade e da Segurança Social, vai balbuciando que o relatório "tem pressupostos errados", mesmo depois do FMI ter afirmado que foi muito útil ter estado reunido o ano passado com membros do governo e que "aprendeu muito".
Se este governo alinhar com isto, entregamos as chaves de Portugal aos salteadores, perderemos, de uma vez por todas, a (pouca) soberania que ainda nos resta.
Há que rechaçar este novo fascismo (não consigo e…