o mundo que césar chora e o outro que deplora
Ainda o deboche do César. A Fernanda Câncio, em mais um excelente artigo no DN, jornal onde o abominável Neves também debita a sua conservadoríssima diarreia escrita, veio lembrar-me alguns aspectos que deixei escapar há dias quando me referi, pela primeira vez, à debochada última prosa do arauto da santa madre Igreja, não a do Papa Francisco mas, ah que saudades!, a do Torquemada e dos autos-de-fé a São Domingos e para os lados do Paço Real, à beirinha do Tejo.
César, a iluminada luminária, vem condenar a Sodoma e Gomorra em que o mundo se transformou, em que tantos de nós sacrificamos a pureza dos corpos, a virgindade da genitália, no "altar do deboche". A inspirada expressão é dele, não minha, a César o que é de César.
Fernanda Câncio veio lembrar-me os tempos em que a pedofilia não só era tolerada como considerada normal; os tempos em que o marido sustentava duas casas, a legítima e a da amante, facto natural e até um ponto de honra porque ostentava a virilidade do mach…
César, a iluminada luminária, vem condenar a Sodoma e Gomorra em que o mundo se transformou, em que tantos de nós sacrificamos a pureza dos corpos, a virgindade da genitália, no "altar do deboche". A inspirada expressão é dele, não minha, a César o que é de César.
Fernanda Câncio veio lembrar-me os tempos em que a pedofilia não só era tolerada como considerada normal; os tempos em que o marido sustentava duas casas, a legítima e a da amante, facto natural e até um ponto de honra porque ostentava a virilidade do mach…