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acabem-se com as greves, porra, nem que seja à porrada!

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Ferraz da Costa vem mais uma vez apelar a que, no parlamento, se reveja a lei da greve, tornando-a mais limitativa. E, porque é um bom coração e um patriota, até dá uma ajudinha aos deputados adiantando os pontos que devem ser corrigidos na lei.
A CGTP está contra. A UGT, por enquanto, também. Embora João Proença tenha hoje ameaçado que a greve dos estivadores está a pôr em causa os seus postos de trabalho.
Depois, venham-me acusar de demagogo, populista, radical e outros epítetos sortidos quando digo, e repito, que os salazaristas adormecidos em Abril estão, agora, a arrebitar. Chegou a sua hora.

sedentos de sangue

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Coelho, Borges, Relvas, Ferraz, Gaspar, lobos esfaimados ao assalto da última carniça: os filhos dos pobres. Nada escapará aos seus dentes aguçados. Nem ensino, nem saúde, nem pensões, nem subsídios de desemprego. Nada. Só a unidade de todos, seja qual for a sensibilidade política, pode fazer com que os predadores sejam rechaçados. Com cartas, por mais bem intencionadas que sejam, não vamos lá. Precisamos de um 15 de Setembro ainda maior e mais abrangente. Precisamos de ver Soares, Medeiros Ferreira, Inês de Medeiros, Frei Bento Domingues, Siza Vieira, António Arnaut, Clara Ferreira Alves, Pilar del Rio e tantos outros encabeçando a caça à besta. Nas ruas. A raiva e as garras dos animais que nos dominam e fazem de Portugal uma selva exigem isso e muito mais. É um dever humanista. Uma exigência patriótica. Por muito menos (repito: por muito menos) arrebanhou Soares milhares de pessoas para a Fonte Luminosa. Muitas delas, agora, estarão impantes de alegria com o rumo dos acontecimentos…

helena matos e ferraz da costa, o casal perfeito

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Helena Matos e Ferraz da costa pronunciam-se contra a greve dos trabalhadores portuários. Ferraz, ferrando o ferrão mais fundo, vai mais longe e quer que se limite o direito à greve. Estão bem um para o outro ou, recorrendo a um lugar muito comum, deviam casar-se: são almas gémeas e só se estragaria uma casa. O blogue Aventar faz esta pergunta e eu secundo-os: já agora, em nome da saúde da economia e dos elevados desígnios governamentais, porque não restringir a liberdade de expressão, de manifestação, de pensamento? Era ouro sobre azul.