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10 boas razões para os gregos votarem syriza

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Serão os gregos os primeiros a mandar Merkel à merda?

escolha aqui o seu cartão de boas festas

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de enxúndias bem tratadas

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Há miúdos a desmaiar em salas de aula, com fome. Há cada vez mais gente a recorrer às cantinas sociais. O governo vai dar não sei quantos milhões para empreendedorismo social. Empreendedorismo social, não mais do que caridade assim a puxar para o fino, quem melhor do que os nossos governantes para reinventar a língua portuguesa?
Já não há saraus de beneficência. Agora há empresas de esmolas, subsidiadas pelo Estado. O Estado corta nos apoios sociais directos, no RSI, no Abono de Família, nas Pensões de Sobrevivência, em tudo o que cheire a solidariedade social. Em vez disso, aposta nos santos empreendedores, com a Jonet dos bifes no topo da lista dos felizes eleitos para fazer o bem sem olhar a quem, à gentalha sem iniciativa, aos calaceiros que não querem fazer nenhum, aos desempregados que se habituaram à boa vida, aos doentes com saúde para trabalhar, aos velhos que já deviam ter morrido há muito, são um incómodo e uma despesa para as gerações mais novas.
Há miúdos cheios de fome.…

tragédia grega

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Os gregos recusam mais austeridade. Tarde demais. A miséria e a fome já se espalharam como peste. O país está destruído. O FMI, o BCE, a UE, Merkel, os mercados, os bancos, os novos nazis do capitalismo bárbaro, ganharam a batalha. Não hão-de ganhar a guerra. As fotografias que se seguem são, deverão ser, a vergonha de uma Europa que se diz civilizada.







o banco alimentar também serve para engordar o estado

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Há já um bom par de anos que deixei de sustentar o bom nome da Jonet. Pelo que ela é, pelo que ela diz, pelo que ela representa, a caridadezinha à la page, sem pó de arroz nem pó de talco, coisas demodée, mas com muito rouge, muita máscara, muito disfarce de santa. E deixei de contribuir também por causa dos milhões que, por via das campanhas do Banco Alimentar, entram nos cofres do Belmiro e do Alexandre, os nababos de mercearia, e do Estado através do IVA.
Tudo come à conta do pagode benemérito. Em nome de quem tem fome, o que é grossa obscenidade. Eu vivi de perto esses tempos, do bodo aos indigentes, da ceia pelo Natal, dos saraus de beneficência, das senhoras da caridade, da esmola para os pobres da Conferência de São Vicente de Paulo, da sobranceria com que se olhavam os rejeitados pela sorte, espere na rua, veja lá se vai gastar em vinho, volte cá para a semana.

Não quero revivê-los. 


é natal no terreiro do passos

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a igreja, mais uma vez, do lado errado da história

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Disse D. Clemente, decerto sentado com todo o conforto num cadeirão do seu paço episcopal, a patriarcal queimada, que os portugueses devem ser mais modestos nos gastos. Portugal ainda não é a Grécia, a que vemos nestas imagens, nem Lisboa é Atenas. Mas, se Passos prolongar por muito mais tempo a sua divina missão, a de empobrecimento dos portugueses, este será, não tarda nada, o pão nosso de cada dia. E a Igreja, essa, terá a sua grande oportunidade de praticar a caridade, de mostrar o lado pio de certa padralhada, as caixas de esmolas encher-se-ão de donativos das almas em demanda de salvação, os crimes contra a Humanidade terão, mais uma vez, o beneplácito de clementes servos do Senhor. A História repete-se. Todos somos gregos. Todos estamos marcados com a estrela negra dos povos menosprezados.
Mas os carrascos serão julgados. São sempre.