Mensagens

temos presidente!

Imagem
O homenzinho tem uma qualquer maleita do foro psicológico. Ou neurológico. Ou escatológico. Lógico. Certo como três e dois serem cinco. Mas foi ao Congresso orar de alto e de repuxo e eis que imprensa e público embandeiraram em arco. Parabólico. Paranóico. Que presidencial foi, o homenzinho! Que siso para tão pouco riso! Temos presidente, clamaram em uníssono. Como se o tolinho da Casa Branca fosse criatura de levar a sério. Como se as palavras que profere cloaca fora fossem sentidas ou sinceras. O presidente demente mente. Mente muito, mente sempre e os actos desmentem-lhe os sons que emite pela boquinha de ânus amuado. Cada decisão sua é um atentado à decência, à preservação dos valores humanos, um a um sem qualquer excepção. O seu séquito é aquele que é, criminosos de guerra, fascistas, racistas, supremacistas, terroristas, senhores do petróleo e da alta finança atolados até ao alto do cocuruto em multimilionárias esterqueiras. Merdanqueiras.
Há que fazer orelhas moucas a palavras…

porco, sem desprimor

Imagem
Trump, ó trampa:
Jurei que não havia de haver um dia, um só, em que te deixasse em paz. E não deixo. Infelizmente, não chego mais longe do que ao meu vizinho do lado, ao meu amigo virtual, aos meus incondicionais comparsas de facebook, uns porreiraços, digo-te eu que não minto ao contrário de ti, afamado autor de factos alternativos. Persisto. Insisto. Cantando até que a voz me doa. Jurando à fé de quem sou: és um idiota, Trump trampolineiro, tão risível como a minha prima Valquíria quando, coitadinha, lhe caíram as calcinhas de renda, no dia do casamento e diante do clérigo, pelas esquálidas perninhas de virgem quezilenta.

És um bluff monumental. Uma bosta fenomenal. Não tens ideologia, a não ser a que o dinheiro te inculcou, a do roubo e a do logro e a da fraude (eu sei isso, Trump da trampa, sei-o de ginjeira porque te topo à légua, até os Goldman, os Rockefeller, os Vanderbilt, os Hilton, os Koch, os Bush conseguem ser mais decentes do que tu, vê lá até onde desceste, baixo mais …

o mundo nas mãos de um louco

Imagem
Abram alas para a nódoa, o grande fanfarrão. Que entrem as fanfarras, que estridulem as cimitarras, as guitarras, os banjos, os bandolins, as concertinas, as gaitas-de-foles, os fagotes, as tubas, as balalaicas e bandurras, os berimbaus e os timbales, pandeiretas, castanholas e matracas. E o matraquear das metralhadoras. Ei-lo! O bufão chegou impante! Ei-lo! A desfilar bunda, vaidade, a indecorosa postura, não formosa e insegura, por tuítes e telejornais, viva a publicidade à borla. O gabarola já era famoso. Agora, é-o mais, como sempre almejou. O bazófias já era rico. Agora, os seus mercados não têm fim, das roupichas da Ivanka à tranca da Melania tudo se compra e se vende, até a alma ao dianho. O bugalhão já era um escarro, um cagalhão imundo e grosso. Agora, tornou-se um perigo global, uma bomba atómica prestes a deflagrar. O mundo olha-o com espanto. E cala-se, tal como calou perante Hitler e Mussolini nos idos de 30.
Foi eleito, proclamam. Temos que ser democratas, aceitar a von…

a uma boa capa nem o trump escapa

Imagem

terror na américa

Imagem
Nos Estados Unidos, a falta de regulamentação rigorosa das instituições financeiras levou ao que a gente sabe: ao colapso de bancos e à tragédia de milhões de americanos que perderam os seus empregos, economias, pensões de reforma, casas e até a vida.
Agora, o idiota-mor da Pennsylvania Avenue, o pato-bravo da Fifth Avenue, quer extremar ainda mais essa desregulamentação. Ou seja, aquela promessa de que iria afrontar Wall Street era rematada mentira e aí está o seu governo, composto por multimilionários, presidentes de grandes corporações, antigos dirigentes da associação de criminosos que dá pelo nome de Goldman Sachs, que não me deixam mentir.
Claro que os que nele votaram, na esperança de verem as suas vidas melhorar, vão ter uma terrível surpresa.
Esperemos que o resto do mundo se prepare para o que aí vem. Que não se voltem a verificar ondas de choque como as da última hecatombe americana, que se repercutiram por todos os continentes. Em Portugal, a austeridade de Passos Coelho …

é dos tontos que reza a história

Imagem
Lembro-me de algumas almas caridosas, daquelas que peroram amiúde pelas televisões com o elevado intuito de educar as plebes, terem dito que não, que Nigel Farage não se podia considerar de extrema-direita. Que dizer então do seu namoro com Trump? Ainda este não tinha tomado posse, para remissão de todos os pecados do mundo, já Nigel o visitava no seu castelo espalhafatosamente dourado da Quinta Avenida. Trump, por sua vez, recomendou o fiel companheiro para comentador da Fox News, que amor com amor se paga e os amigos são para as ocasiões. Farage saiu da mesma fornada de Trump e de Le Pen. E, minhas senhoras e meus senhores, a realidade é só uma e é aterradora, a extrema-direita está a assenhorear-se do mundo. Num balanço (nem pouco mais ou menos exaustivo), os Estados Unidos, a Rússia, a Polónia, a Hungria, a Turquia, as Filipinas já se passaram para o lado de lá, para o negrume fascista, sem contar com outras pequenas e grandes ditaduras de diferentes matizes e outras (ainda) demo…

toma, embrulha e leva para a tulha!

Imagem
A Europa responde a Trump ... com as suas próprias palavras.