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barão barroso

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O Durão, baronete da Europa, barão de Portugal, está de vento em popa, vai receber uma pipa de massa nesta sua reforma dourada da Comissão Europeia: só de pensão base são 11 mil euros por mês fora as gordas alcavalas e sem contar ainda com as palestras, pagas principescamente, para as quais será convidado. Enquanto a maioria dos portugueses recebe em média 360 euros por mês de pensão, que Durão, a julgar pela sua actuação, deve achar mais do que suficientes para alguém viver condignamente, o baroníssimo vai amealhar, mensalmente, uma verba que rondará 100 vezes esse valor. E merece este autêntico euromilhões dos excêntricos da política: honrou o nome de Portugal, dignificou a Europa, fez de mordomo, fez de papagaio de repetição, de fala-barato, de truão de feira, de criada para todo o serviço sujo.  O crime, na Europa, compensa.

em frente, para o abismo!

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Os portugueses cada vez ganham pior. Pagam-se 500 ou 600 euros a jovens licenciados para fazerem o trabalho de outros que, no passado, receberiam quatro ou cinco vezes mais mas que, com a desculpa da crise a graças às novas políticas laborais fabricadas com o conluio da UGT, foram despedidos por "redundância". Era este o plano de Passos, é este o estrondoso sucesso de Passos, conseguido com a conivência, a indiferença, a cobardia de milhões de portugueses. E os empresários de vão de escada, os que a única coisa que querem é acumular dinheiro para as suas casas de férias, os seus Mercedes, as suas viagens para resorts de luxo, esfregam as mãos de contentes, Passos é o seu herói, uma benção dos céus, uma lenda viva, um semideus enfim. Enganam-se todos eles, Passos, os que votaram em Passos e os que idolatram Passos por Passos os proteger, lhes baixar impostos, lhes proporcionar mão-de-obra tão barata que nem na China conseguiam um maná assim. Enganam-se porque os traba...

em tempos de escravidão

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Passos Coelho diz que os custos do trabalho, em Portugal, estão ainda demasiado altos. Vejamos: os portugueses pagam mais IRS; muitos, em especial os funcionários públicos, viram os seus ordenados reduzidos; os restantes, a maior parte, não vê um aumento do seu salário há anos, nem mesmo para acompanhar a inflação. Os jovens recém-licenciados, se querem trabalhar, ou emigram ou aceitam salários de 600 ou 700 euros. Os trabalhadores precários pagam impostos altíssimos, ganham mal e não sabem que futuro planear, podem ficar sem emprego de um dia para o outro. Cortaram-se feriados. Aumentou-se o horário de trabalho. Liberalizaram-se os despedimentos para que outros venham receber metade no desempenho das mesmas funções dos que saem. Os desempregados recebem um subsídio de miséria, são tratados como párias - quase meliantes - e mandados para cursos de formação de valor nulo ou trabalhar em repartições com paga vergonhosa. Mas não chega. Esta contra-revolução, perpetrada perante todo...

obrigado depressão, que tanto jeito nos deste

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É. Este governo é uma máquina de fabricar pobres, bem oleada, com todas as roscas e porcas a funcionar em pleno e com toda a perfeição das almas esclavagistas, que ainda as há. Desde o início da crise, escreve o DN, o número de trabalhadores a ganhar o salário mínimo triplicou. A fortuna dos milionários aumentou. O número de desempregados subiu "exponencialmente", a palavra que os economistas de plantão tanto gostam de usar. A crise deu-lhes jeito, o povo deu-lhes o voto, a subida ao poder deu-lhes a oportunidade de fazer a revolução silenciosa, dolorosa, manhosa há tanto tempo sonhada. Ao fim de quatro anos temos um país diferente, não há dúvida. Dizem as más línguas que melhor.

este país é um paraíso

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Por Raquel Varela http://raquelcardeiravarela.wordpress.com/ Portugal é um país onde o investidor estrangeiro deve investir porque tem “recursos humanos flexíveis, dedicados e competentes”. Diz o Guia do Investidor em Portugal feito pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. Isto quer dizer que um professor tanto dá aulas de matemática como atende os pais desempregados em divórcio explosivo; a enfermeira atende telefonemas e marca consultas; o cientista gere a página da net e a contabilidade dos projectos; os médicos atendem os doentes, marcam consultas e exames online e fazem busca dos medicamentos que os laboratórios já não vendem; os directores de escola gerem a melhor educação, o serviço social, os tempos livres, os divórcios e a fome; os jornalistas investigam, fazem reportagem, escrevem, corrigem, editam e filmam. E fazem-no bem, são “competentes”, diz o Guia para atrair o Investidor. Mas, não é bem assim. Há uma diferença entre trabalhar bem e...

os novos patrões de roça

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Este vídeo não me deu vontade de rir, está demasiado perto da realidade. Todos os dias oiço casos de salários mínimos pagos em funções exigentes, sem horários nem compromissos por parte da entidade empregadora. Foi isto que Passos quis, é isso que Passos tem. Passos e os seus mandadores lá por Berlim, Bruxelas ou Washington, os diligentes lacaios dos senhores do mundo. Bem podem - Pedro, Paulo e os seus apóstolos -, chorar lágrimas de negras carpideiras ao falar do "flagelo" do desemprego jovem. Pois se foram eles que o quiseram! Pois se foram eles que o criaram de propósito, para que os jovens - a maior parte sem família nem hipóteses de a ter - possam aceitar escravizar-se por tuta-e-meia. Para que os mais velhos, ainda a receber salários minimamente decentes, possam ser despejados no depósito da carne podre em troca de carniça fresca, barata e boa: bife do lombo, filet mignon, picanha ou maminha pelo preço do chispe, das tripas, da fressura. Foi a isto que n...

desastre total

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O FMI quer mais e o governo está com o FMI. É preciso tornar legais os despedimentos ilegais e, para isso, nada melhor do que começar por reduzir as indemnizações a pagar pelos infractores. Os salários, em Portugal, ainda estão altos, os de miséria, depreende-se, nunca os dos gestores da banca e das grandes empresas, e, neste "contexto", aventar a possibilidade de aumentar o salário mínimo é loucura e crime a merecer castigo. As reformas também estão altas, é preciso cortá-las mais. Ainda há muito por onde cortar, reduzir, esmifrar, chupar, extorquir, expropriar, espoliar, roubar. As notícias, sujeitas a confirmações e desmentidos, às mentiras e meias-verdades do costume, chegam-nos às pinguinhas antes das eleições. Depois delas, virá o mijarete completo. Quanto mais não seja, se perder as eleições, virá a vingança de Coelho, que já deu sobejas provas de ter os portugueses em pouca ou nenhuma conta. Nós cá estaremos para pagar a factura. Na esperança de que nos saia ...

despidos de escrúpulos

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No quadro acima, os salários pagos aos operários da indústria têxtil nos vários países do mundo onde o trabalho barato impera (e Portugal está, diria Passos, no bom caminho). Da Zara às marcas de luxo, todos recorrem a mão-de-obra escravizada. Que o diabo os carregue lá para os confins do inferno.  

em tempos de escravatura

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Hipócritas como sempre, enredados em mentiras, muitos governantes têm sido férteis em declarações a jurar que não apostam, para Portugal, numa política de salários baixos. Ai apostam, apostam. Só assim se explica que um organismo do governo, o IEFP, permita que se publique no seu site a oferta de emprego para um cargo de Director-Geral com o salário de 485 euros. Brutos. Ocorrem-me vários epítetos. Vou calar-me, para não atentar contra o "bom nome" de quem nos manda emigrar, empobrecer, envilecer. Visto em: http://www.netemprego.gov.pt/IEFP/pesquisas/detalheOfertas.do?idOferta=588229003&name=ofertas&posAbs=1&numTotRows=1

helder e a bufa assanhada

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Há gente que, com vossa licença, não fala, bufa-se. César das Neves, Camilo Lourenço, Catroga, Jonet, tantos e tantos dos engajados na praça para nos vender o peixe dos reis pe(s)cadores, abrem a boca e imagino gases a soltarem-se-lhes das cavidades bocais com o estrépito de foguetórios em dia de romaria. Dizem, mentem, torcem a verdade, contorcem as evidências para provar o reprovável. Até aqui eu aguento. Deixá-los descuidarem-se, os incontinentes. Limito-me a tapar o nariz. Pior é quando é um membro do governo a jorrar, da boca para fora, o mesmo tipo de bombinhas de mau cheiro. Hoje foi a vez de Rosalino. Veio dizer que é mais equitativo cortar nos salários a partir dos 675 euros do que a partir dos 1500 euros. Alega a criatura que, assim, o pessoal mais qualificado (leia-se: o que ganha mais, o que nem sempre é sinónimo de mais-valia profissional) não será tão prejudicado uma vez que os menos ricos (embora, com 675 euros, já o seja quase) contribuirão também para ...

sob o manto de salazar

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Mas que raio de gente é esta que decidiu vender Portugal a pataco, incluindo os seus habitantes? Vendem-se empresas do Estado por tuta-e-meia (por muitos milhões que nos pareçam), alienam-se serviços, liberalizam-se os despedimentos para forçar a baixa de salários, tudo vendem menos a alma, que nunca a tiveram, ou a mãezinha, que se calhar amam à maneira deles. Vendem-nos sem pejo. Vendem-nos porque sabem que ganharão o ódio do povo mas a incomensurável admiração da anafada Kaiserin. Vendem-nos porque gordos cheques lhes sorrirão, chorudos contratos lhes chegarão, assombrosos convites lhes dirigirão a JP Morgan, a Goldman Sachs, o Citi Group, a Merryll Lynch, qualquer uma das associações de gangsters financeiros que, nos dias que correm funestos, governam o mundo. Eles mandam. Esta gente executa. E nós, no fim da linha, obedecemos. Por muito menos houve revoltas e atentados em Portugal. Salazar, definitivamente, domesticou-nos. Imagem:  http://wehavekaosinthegar...

o regresso de portugal aos alegres tempos do salazarismo

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Segundo as estatísticas, os portugueses trabalham mais horas do que qualquer povo desta coisa a que se convencionou chamar União Europeia, mas que de União não tem nada. Segundo as estatísticas, só os búlgaros viajam menos do que os portugueses que, até cá dentro, gozam menos férias a não ser nas suas casas com, quanto muito, umas idas à praia e uns biscates para equilibrar o orçamento. No entanto, os Coelhos, os Cavacos, os Ulrich, os Catrogas, os Belezas, os Borges, os Mexias, os Mira Amarais, as Merkel, os Barrosos e os seus papagaios amestrados ousam apontar-nos o dedo, acusando-nos de ter vivido acima das nossas possibilidades. Dizem-nos que é preciso acabar com os privilégios que conquistámos com Abril, luxos que eles, empresários e serventuários sempre prontos a baixar as calcinhas aos seus amos, não aguentam conceder. Juram-nos que os alemães trabalham mais do que nós, que os ingleses têm menos férias do que nós, que os nórdicos têm menos feriados do que nós, que fomos e...

antónio borges, um ser infecto

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Por Samuel http://samuel-cantigueiro.blogspot.pt António Borges é um salafrário viveu toda a sua inútil vida de parasita como lacaio da pior escória do capitalismo selvagem e sem pátria. Recentemente, decidiu cravar os dentes nas veias dos trabalhadores portugueses. Só do seu “part-time” como consultor do governo, ganha cerca de vinte e cinco mil euros mensais pagos directamente pelos contribuintes. O salafrário acha que «o ideal era que os salários descessem» , juntando assim a sua extremamente bem paga opinião à polémica sobre a descida, ou subida do Salário Mínimo Nacional. Esta posição de António Borges pode querer dizer muita coisa... mas uma quer dizer de certeza: o grandecíssimo "filho da puta" que, evidentemente, sabe bem que são estes a quem quer baixar os salários que lhe pagam o estilo de vida milionário, mostra que para além de gostar que os "seus" euros corram como um rio, todos os meses em quantidades descomunais para a sua conta bancária....

na baía dos porcos

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“O ideal era que os salários descessem como aconteceu noutros países como solução imediata para resolver o problema do desemprego" (António Borges, Março de 2012) Divididos por 14 meses, estes 225.000 euros dão mais de 16.000 euros por mês. E é este o homem que acha que se deve baixar o salário de quem ganha menos de 500 por mês. Se Borges abdicasse do seu ordenado, ou se os portugueses corressem com ele como já deveriam ter feito há muito, o que o Tonico abocanha ao erário público daria para pagar o salário mínimo a, pelo menos, 30 trabalhadores. E, imagine-se, com o salário mínimo a subir para os 530 euros.  Os porcos deveriam estar na pocilga, não em órgãos do Estado.

os coelhinhos, tão engraçados, são tão pobrezinhos, os desgraçados

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Em nome da boa saúde das empresas, Coelho acha uma insensatez que se aumente nesta altura o valor do salário mínimo (esquecendo-se que, sem rendimentos, as famílias não podem consumir, sem consumir as empresas não vendem, se não vendem vão à falência, mas essa é outra conversa, porque Coelho aposta forte e feio nas exportações, a partir de agora exportaremos tudo, parafusos, porcas e dobradiças, minérios e cortiças, baldes de plástico e esfregonas, batatas e hortaliças, azeite e alho, galos de Barcelos e até, como se sabe, carne humana da mais alta qualidade aos preços mais competitivos).  Proponho a Coelho o que para Coelho é impensável: que a família Coelho viva, durante um ano, com menos de 500 euros por mês. É claro que a família Coelho contará com muitas ajudas, sem precisar de recorrer à sopa dos pobres nem de estender a mão à caridade. Se quiser, tem casa paga e não é uma casa qualquer, é um palacete com todos os confortos e toda a criadagem, serviçais atentos, vene...

mas temos passos

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Os portugueses que trabalham na construção civil, em França, chegam a receber metade do salário mínimo do país. Não me admira que assim estejam também todos os jovens e menos jovens qualificados que Coelho aconselhou a emigrar, enfermeiros, médicos, professores, cientistas.  Por cá, já se sabe o que a casa gasta, ordenados cada vez mais baixos, impostos cada vez mais altos, direitos cada vez menores. Por lá, sabendo-nos aflitos, também se aproveitam. A culpa é da crise, dirão, ou pagamos salários de vergonha ou fechamos o estaminé. Ainda dizem que Passos, Gaspar e demais parceiros de malfeitoria são canhestros, incompetentes, não sabem o que andam a fazer. Eu, pelo contrário, tiro-lhes o chapéu. Em menos de dois anos de governação, conseguiram os seus objectivos: transformar Portugal e os portugueses em rebotalho para consumo estrangeiro. Marrocos está perto. Somos um acidente geográfico na Europa, a jangada de pedra que, por equívoco da Natureza, veio acostar aqui. Somos...

reacções à instalação de câmaras de gás em Portugal da marca FMI

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Por Viriato Soromenho-Marques http://www.dn.pt O relatório exploratório do FMI foi recebido por um inevitável coro de protestos. Ele sugere uma espécie de rasgar de ventre nacional, em nome da "eficiência" do Estado. Contudo, ele apenas confirma o rumo que tem levado 18 dos 27 países da UE a um agravamento do desemprego e de todos os outros indicadores sociais. Nem o FMI (e o resto da troika) nem o Governo português parecem perceber que há limites para a capacidade de um povo absorver mudanças radicais. Em 1790, o grande político e pensador irlandês Edmund Burke conde-nava a revolução francesa por ver nela a expressão de uma arrogância da razão. Ela implicaria a crença ingénua de que a sociedade é uma plasticina que se presta a todas as modelagens. Desde a criação de novas religiões, por decreto, até à reforma agrária feita na ponta das baionetas, como ocorreu na Ucrânia soviética, em 1930. Os jacobinos inauguraram "o assalto aos céus", que se estendeu, dep...

venda-se a democracia por 4 mil milhões

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Por Luís Monteiro http://expresso.sapo.pt Baixar indiscriminadamente todas as reformas, despedir 50 mil na educação, aumentar as propinas, diminuir radicalmente o montante e a duração do subsídio de desemprego, baixar os salários de toda a função pública, aumentar ainda mais as taxas moderadoras, tudo isto e muito mais propõe o FMI para baixar a despesa pública em 4 mil milhões de euros. O governo não se pronuncia, alegando cinicamente que esta é uma proposta do FMI e que ainda não reviu o relatório, mas Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade e da Segurança Social, vai balbuciando que o relatório "tem pressupostos errados", mesmo depois do FMI ter afirmado que foi muito útil ter estado reunido o ano passado com membros do governo e que "aprendeu muito". Se este governo alinhar com isto, entregamos as chaves de Portugal aos salteadores, perderemos, de uma vez por todas, a (pouca) soberania que ainda nos resta. Há que rechaçar este novo fas...

manchas e manchetes de um dia não, e vamos ter mais de 360 deles

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FMI lucra 1140 milhões com planos de resgate da Grécia e Irlanda. Governo aconselha alimentação simples e económica. Banif vai usar capital do Estado para comprar dívida pública. Moviflor ameaça trabalhadores, não cumpre “promessas” e tem salários em atraso. Tribunal de Contas questiona contenção da despesa nos gabinetes do Governo. Combustíveis vão voltar a subir na próxima semana. Maioria rejeita proposta para aumento do salário mínimo. Justiça brasileira vai penhorar avião da TAP. Vítor Gaspar defende "redução das taxas efetivas" de IRC. Relvas desautoriza presidente da RTP sobre data da decisão da privatização. Quer mais ou isto chega-lhe? Fotografia: http://www.dreamstime.com

os meus votos de um terrível natal, doutor coelho

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Mais uma história de aberração neste Portugal do ano do Coelho. Desempregados contratados para fazer de Pai Natal e receberem a mirabolante fortuna de 43 cêntimos por hora. Homens que contribuem para os sonhos da petizada mas que, com este salário infame, não terão dinheiro para levar para os filhos um presente, por ínfimo que seja. Desejo aos seus filhos, doutor Coelho, um bom Natal. O mesmo não lhe posso desejar a si.