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as garras e as presas de abscheulich schäuble

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O sinistro esterco voltou a botar faladura. Não quer que Portugal "perturbe os mercados". E que a colónia lusa continue pelo caminho de sucesso para onde Coelho levou os seus passos e os nossos. O homúnculo tem sonhos de grandeza, de um IV Reich em que ele seja o Führer. Onde Portugal e Itália e Espanha e a Grécia mais não sejam do que gigantescos campos de trabalho onde os novos judeus, os madraços do Sul, contribuirão com suor e sangue e lágrimas para o engradecimento da geliebten Deutschland. Numa Europa realmente democrática, e fraterna, há muito que o traste fétido tinha sido mandado calar. Mas algo está podre, muito podre e pobre, de Portugal ao reino da Dinamarca. Os espíritos, as vontades, a dignidade de cada povo, independente e senhor do seu destino.

palavras para quê?

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BÓNUS! BÓNUS! BÓNUS! ANEDOTA FINAL:

vermes de encher

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Os vermes à volta da larva-mor Diz-me a enciclopédia que os vermes são desprovidos de esqueleto. Sem, portanto, coluna vertebral. Podem ser encontrados em qualquer habitat e muitos são parasitas. Desprovidos de cérebro, acrescento eu de minha lavra, limitam-se a fazer o que melhor sabem, rastejar. São muitas vezes causa de doenças, podem alojar-se nas nossas vidas, consumir-nos, intoxicar-nos e até, em casos mais frequentes do que se julga, matar-nos. O melhor remédio é sempre o de os expulsarmos por via anal. Com estralejos de festa rija.

a raiva anti-grécia do homem que sonhava ser hitler e da sua subordinada

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Diziam ontem os comentadeiros e comentadeiras em perfeita sincronia: a Grécia capitulou. É o que vamos ver. Para já, disse-o aqui e repito-o agora com mais elementos, se alguém perdeu foi a Alemanha. Finalmente, há opiniões divergentes e são tornadas públicas. A Alemanha de um lado, com Portugal, outro perdedor, de rojo a seus pés, e, do outro, França e Itália a apoiar a Grécia, ainda que parcialmente já que os seus governos socialistas, moderadíssimos como manda a tradição, também não vêem com bons olhos um governo europeu de esquerda "radical". A Europa já não é o que era há um mês ou dois. Há divergências entre os que, até agora, pareciam unha com carne. Agradeçam à Grécia por estar a abrir brechas na muralha, que até agora parecia inexpugnável, de Merkel e do seu cada vez mais ignominioso e todo-poderoso ministro das Finanças, o grande traste nazificado, que não perde uma oportunidade para atazanar, achincalhar e chantagear o povo helénico.  Heil Schäuble!...

tal pai, tal filho

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Eduardo Costa/Lusa

carta aberta em que o nosso autor explica por que é que recusou um convite para uma conversa à lareira, em berlim, com wolfgang schäuble

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AFP/http://www.spiegel.de/ Excelentíssimo Senhor dr. Schäuble, por favor desculpe a minha ausência amanhã na Fundação Bertelsmann que me convidou para uma “conversa à lareira” em Berlim consigo e com a sua ministra das Finanças para Portugal. Acabei, no último momento, por decidir não ir Berlim. Desejo que a “conversa à lareira”, ou “armchair discussion” como diz o convite da Fundação Bertelsmann, seja simpática e tranquila. Isso não aconteceria se eu estivesse presente. Sabe, por causa da sua política, que a sua ministra das Finanças em Lisboa tem seguido à risca, tive de sair do meu país há 18 meses. Todos os dias sinto saudades da família dos amigos. Além de mim, mais 400 000 pessoas tiveram que sair de Portugal nos últimos quatro anos para fugir à pobreza e miséria. A sua ministra das Finanças anunciou esta semana que vai reembolsar antecipadamente 14 mil milhões de euros da dívida pública portuguesa. Esse será um dos grandes temas do serão junto à lareira aman...

a criada e o patrão

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Onde é que já se viu, a criada sentada ao lado do patrão? Já não há respeito pelas diferentes classes sociais, a bandalheira é total. Eu sei. Eu sei que a criada é diligente, cumpre os desejos do patrão à risca, antecipa-os, calça-lhe as pantufas, põe-lhe pó de talco no cu com o desvelo de uma santa. Eu sei tudo isso mas - caramba! - a gratidão pode ser demonstrada de outra maneira, uma gorjeta, uma carta de recomendação, um chocho. Ainda bem que não ajoelhou. Teria que rezar.

de joelhos ó gregos de uma figa!

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Wolfgang Schäuble, um dos amanuenses da nossa imperatriz, não está a gostar nada do que se está a passar na colónia alemã de Griechenland. Vejam lá que o povo dessa possessão germânica ainda pode votar livremente e acho, pelo menos é o que ele diz, que elegeram uma cambada de irresponsáveis que querem aumentar o salário mínimo para níveis incomportáveis, fornecer electricidade gratuitamente a 300.000 mandriões que por lá há a viver do erário público, não querem mais aumentos de impostos, nem despedimentos, nem liberalização laboral, nem venda ao desbarato do património estatal. Tudo coisas boas, capazes de tornar o território mais próspero para os cofres da sede do império, na abençoada cidade de Berlim.  Acabem com eles, empobreçam-nos ainda mais, matem-nos à fome. Que é para aprenderem as virtudes da obediência, da vassalagem, do respeito pelos todo poderosos nos céus e na Terra.

a virgem ruborizada

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Depois de Machete, temos Sócrates a agitar as relações com outro país "amigo", desta vez a Alemanha. A Embaixada germânica emitiu um comunicado onde reage às declarações que Sócrates fez ao Expresso, no Sábado passado, onde destratava o ministro das Finanças alemão Wolfgang Schäuble chamando-o de "estupor" e "filho da mãe". Devo dizer que, tal como as coisas estão, exacerbações de linguagem são bem-vindas, ainda por cima se forem certeiras. Para Schäuble, só se perdem as que caem no chão.  Ler mais:  http://expresso.sapo.pt/alemanha-reage-a-declaracoes-de-socrates=f836967#ixzz2iSpoHFbV

o mordomo passos e a festa no andar de cima

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Por Ferreira Fernandes http://www.dn.pt Ontem, no "downstairs", no andar da criadagem, ouvimos festa no "upstairs", nos salões dos senhores. Frau Angela tinha ganho não sei o quê. Rasgou-se um sorriso ao sr. Passos, o mordomo. Numa festa anterior, o sr. Passos cometera um erro, foi de suspensórios, de lederhose, calções bordados e de couro, e pôs-se a cantar uma ária bávara. Se fosse para o Filipe La Féria o mordomo tinha conseguido um lugar no Música no Coração, mas na família Merkel foi recebido com frieza. Fizeram-lhe saber que o traje não é o homem e só se chega a raça superior pelo sangue. O que tem de bom o sr. Passos é perceber depressa. Por isso, desta vez, só subiu com um contentamento genuíno e chapéu à altura do ventre, agarrado por ambas as mãos, humilde. Quando o sr. Passos desceu, nós estávamos todos à volta da grande mesa da cozinha. A Ricardina areava as pratas, a Maria batia a massa para bolos, a Glória metia lenha no fogão... O sr. Passos ...

a europa é um jogo onde quem ganha são os vilões

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Por Manos Symeonakis http://www.cartoonmovement.com

herr schäuble em delírio. isto pega-se.

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Por Ana Sá Lopes http://www.ionline.pt O ministro das Finanças do governo de Angela Merkel, que vai a votos no próximo domingo, escreveu ontem um artigo no “FT” que será, de certeza, alvo de estudo quando os historiadores económicos contarem o que se passou nestes anos de chumbo na Europa. Em vésperas de eleições nacionais, em que o tema “papel da Alemanha na crise europeia” tem estado no centro das atenções, Herr Schäuble (que, aliás, é considerado o mais europeísta dos alemães) vem sossegar-nos. O título, em tradução livre, é já um tratado: “Ignorem os profetas da desgraça. A Europa está a ser consertada.” O mundo, visto de Berlim, é quase perfeito: “A receita está a funcionar, para desgosto dos numerosos críticos nos media, nas universidades e nas organizações políticas internacionais. O ajustamento era ambicioso e, por vezes, doloroso, mas a sua implementação é flexível e adaptável. As redes de segurança europeias providenciaram uma mistura bem calibrada de incenti...

o perigoso senhor schauble

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Por Daniel Oliveira http://expresso.sapo.pt "Sempre foi assim. É como numa classe, quando temos os melhores resultados, os que têm um pouco mais de dificuldades são um pouco invejosos". A frase é de Wolfgang Schauble, o todo-poderoso ministro das finanças alemão. Como bem defendeu Miguel Sousa Tavares, não é bem inveja que os povos da Europa sentem em relação à Alemanha. É mais ressentimento. Nascido não apenas de uma Europa destruída e do Holocausto, mas do crónico problema que a Alemanha tem com a sua própria identidade que a levou a ter dificuldades em conviver com os seus vizinhos europeus. Não, os alemães não têm de passar séculos a pagar por crimes que cada um deles não cometeu e que aconteceram quando a maioria nem era nascida. Mas, quando se relacionam com os outros, têm de ter conta que há uma história. Quando Schauble compara a Europa a uma sala de aulas e trata os demais parceiros europeus como alunos cábulas e a Alemanha como o aluno brilhante ...

cães de fila, testas-de-ferro, paus-mandados, troca-tintas, lambe-cus e viva a língua portuguesa!

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Imagem: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/