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somos a merda cantante e dançante deste mundo

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Por Tyler Durden (pseudónimo) Da cultura dos video games passámos para as redes sociais. É uma progressão lógica e uma penetração progressiva na cultura do simulacro. Tudo é falso, fora e dentro. O mundo exterior, agora, é tão virtual como o do monitor, porque já somos apenas bits, zeros e uns. Hoje, o teu amigo atende o telemóvel, amanhã não. Hoje tens planos para sair, amanhã ninguém se lembra de ti. Hoje tens namorada, amanhã não tens nada. Hoje tens emprego, amanhã estás desempregado. Podemos ser excluídos ou introduzidos numa realidade à mesma velocidade com se tecla em "Del" ou "Enter". Tudo depende da sorte, de certa habilidade inútil com os comandos e de uma vontade um tanto absurda de passarmos ao écrã seguinte ou ficarmo-nos pelo "game over". O problema é que, de um jogo, só se pode passar a outro. Já não há fora de jogo nesta sociedade viciada. Fonte:  http://www.diagonalperiodico.net

combate de morte

jogo electrónico recria morte de bin laden

Não sou dos que condenam a execução sumária de Bin Laden, ou a celebração da mesma pelas ruas da América. O monstro era demasiado grande para a razão me bater mais forte do que o coração. Que me perdoem, se quiserem e puderem, mas é o que penso. No entanto, fazer um jogo explorando essa morte, ainda para mais sendo o público-alvo a adolescência, já me parece abjecto. Isso sim, condeno. E boicoto. Cá em casa, não entra.

urinóis mais divertidos

Não, não é uma promessa. É uma realidade. A Sega começou a instalar jogos electrónicos a que deu o nome de toylets (trocadilho entre toy e toilets, está bom de ver) em urinóis públicos da capital nipónica. Agora pode treinar a pontaria. A dos dedos, homem!

parabéns, muitos parabéns!

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O seu filho é um fanático por jogos electrónicos e está quase a fazer anos? Pois bem, aqui ficam algumas ideias para o seu bolo de aniversário. Vicie-o em doces. É preferível!

o espectro do spectrum

Este vídeo faz-me lembrar os primeiros jogos ditos electrónicos. A consola chamava-se Spectrum, não era? Que coisinha deprimente. Não tinha monitor, era preciso ligar o trambolho ao televisor, as imagens eram de um primarismo confrangedor e os jogos, esses, eram tão, mas tão mal feitinhos e desenxabidos que, hoje, pergunto-me como é que alguém, com os cinco alqueires bem medidos, podia ter jogado com aquilo fosse o que fosse e com quem fosse. Era a infância da arte, uma arte que tem feito progressos tais que os jogos Playstation dos nossos dias são autênticos filmes, panorâmicos, full HD, o diabo a quatro.

apocalipse now!

De quando em quando, quando ando a vasculhar na net, salta-me uma pérola, uma jóia, um diamante em bruto. Ao que apurei isto faz parte de um v ideogame . Pois que seja. Cá para mim, parece-me fabulosamente bem feito.