o banksy português
Por Gustavo Sampaio http://www.sabado.pt (texto e imagens) Quando começou a pintar graffiti em paredes e comboios, aos 10 anos, na terra onde nasceu, o Seixal, Alexandre Farto – conhecido por Vhils, a assinatura (tag) que adoptou desde então – não imaginava que hoje, cerca de 14 anos mais tarde, seria convidado a expor criações suas em galerias importantes de Londres, Xangai ou Paris. “Desenvolvi um conhecimento muito próximo das zonas marginais e dos não lugares das cidades, cresci com essa visão do outro lado do meio urbano”, salienta, ao recordar os tempos em que tinha de fugir da polícia com latas de spray nos bolsos. Mas como é que aconteceu uma ascensão destas, tão rápida, até à consagração artística internacional? A explicação de Vhils à SÁBADO: “Senti-me impelido a experimentar com outros materiais e técnicas que me permitissem passar de uma comunicação em círculo fechado, como é o graffito, para uma que alcançasse um público mais abrangente.” Houve ...