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A mostrar mensagens com a etiqueta acordo ortográfico

se é para uniformizar, embora lá!

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No outro dia, ouvi o Malaca Casteleiro dizer que o Acordo Ortográfico em que trabalhou incansavelmente ao longo de anos e anos teve por objectivo uniformizar a língua entre todos os países de expressão portuguesa.  Assim sendo, os brasileiros têm rabo ou somos nós que vamos passar a ter bunda? E as senhoras, as de cá passarão a usar calcinha ou são as de lá que usarão cuecas? De fato eles vestem fato ou nós, de facto, de futuro envergaremos terno? O governo de cá rouba-nos a grana ou é o de lá que lhes sonega o carcanhol? Passamos a ir à lanchonete ou são eles que vão ao café? Vamos beber um bagaço à tasca ou uma cachaça ao boteco? E o tipo que defende a baliza, é para eles guarda-redes ou, para nós, será goleiro? E como nos passaremos a mover? Nós de trem, ônibus, bonde, ou eles de comboio, autocarro, eléctrico? Esperamos pelo transporte na parada ou continuaremos a fazê-lo na paragem? Respeitamos a bicha na paragem ou antes a fila na parada? E aquele gajo porreiro, de pêra, que ...

bruno nogueira e a grécia

Somos todos gregos por leituras

bardamerda ainda se escreve bardamerda?

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http://www.record.xl.pt/ Quem fez o inventário foi o Aventar ( http://aventar.eu/ ): o guião para a reforma do Estado do irreversível, incontornável, irreparável, irrepreensível Paulo Portas não respeita o povo português, mas  também não respeita a ortografia, nem a "antiga" nem a "moderna". É assim uma espécie de sopa de letras azedada, uma caldeirada de pontapés no "bem falar, bem escrever". A Edite Estrela, apoiante do acordo ao que sei, não deve ter gostado nada de ler a sebenta sebenta do Estado melhor, mais pequeno, mais barato, mais pindérico para uns, mãos-largas para outros. Ora vejamos, e passo à singela tarefa de copy e paste a partir do Aventar. Enquanto lê e dá pelos dislates, vá apreciando a ideologia neoliberal de que Portas, irreprimível, insubstituível, se tornou indefectível porta-voz e indesmentível paladino: Efectivamente, fazendo um pequeno apanhado de co-ocorrências presentes neste Guião  acção (p. 32) e ação (p. ...

onde estão os revisores da imprensa nacional? passaram todos à mobilidade? foram sujeitos a requalificação? de fato isto não se faz!

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josé saramago e o pato do dia

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Por António Fernando Nabais http://aventar.eu/ Depois do pato com laranja, a nouvelle cuisine ortográfica inventou uma receita: o “pato com o diabo”. Não me espantaria que tivesse origem na criação de patos de silêncio , esses simpáticos palmípedes anunciados ao mundo graças aos bons ofícios do chamado acordo ortográfico. A nova iguaria pode ser encontrada na 12ª edição de Caim , de Junho de 2011, como é possível ver-se na imagem supra, tratada com o habitual desvelo pelo João Roque Dias . Poder-se-ia dizer que José Saramago, depois fazer viajar um elefante até Viena, mandou um pato para o inferno, terrível crueldade. Note-se, ainda, que esta obra faz parte do Plano Nacional de Leitura: aliás, a descoberta do animal deve-se a um aluno de 12º. É claro que o “pato com o diabo” não está no original. Saramago usou e abusou do engenho e da imaginação, sem que isso implicasse maltratar a ortografia. O contrato com o demónio que se transformou em parente de Donald será, ...

a grande revolução da língua portuguesa

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Cágado ou cagado ? Acta ou ata ?  Acto ou ato ?  Fricção ou Frição ? Cacto ou cato ? Facto ou fato ? Omnipotente ou onipotente ?  Egipto ou Egito ?  Súbdito ou súdito ? Aritmética ou arimética ? É por estas e por outras que tais que não adoptei a nova ortografia. É areia demais para o reservatório que carrego no cocuruto. Mas, como se não bastasse o acordo com o qual a maioria está em desacordo (mas também não estão de acordo com o governo e este não cai nem por nada), aparecem-me agora os criativos governantes da Nação - ainda ontem dizia que as ideias lhes jorram dos cérebros como merda em cu de elefante diarreico e não ando longe da verdade - com um vocabulário totalmente diferente daquele que aprendi. O mal deve ser meu, que resisto à mudança, que não me adapto aos novos tempos, que sou um parafuso pelos vistos enferrujado nesta engrenagem que se quer oleada, limpa como cueiro de recém-nascido. No meu tempo, quando se mandava um empregado para ...

de fato preto, pela língua do meu país

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Esta é uma imagem do Diário da República. Juro. Nem os revisores lá do estaminé, que sei de grande experiência, pelo menos eram-no noutros tempos, atinam com as regras do acordo ortográfico. É por isso que eu me deixo ficar pela ortografia antiga. Por amor à minha língua, nunca por um sucedâneo marado engendrado por uns bacocos de secretaria ou secretária, que para o caso vem a dar no mesmo. Não se sabe em nome de quem e de que negócios. Mas suspeito. Chamem-me retrógrado. Eu gosto.

simplex i sem qompliqasõex, ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux

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Nem sei quem foi o autor, corre agora na net, mas quero dar-lhe os parabéns e replicá-lo por aqui, com a devida vénia: Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros. Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas . É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade. Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ...

o desacordo ortográfico

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já tenho a cabeça a andar à roda por nada pescar da poda

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Ainda há acordo ortográfico? Deverei escrever acção ou ação? Hão-de ou hão de? Hão de ter muitos amigos, hão-de. Imagens recolhidas em: http://wwwmeditacaonapastelaria.blogspot.pt/

desculpem a ignorância ...

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... mas repto deve escrever-se reto com o novo acordo tontográfico?

interrupção voluntária da estupidez, já!

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Mandem o acordo ortográfico dar uma volta ao bilhar grande. Ou queimem-no. Quando mais não seja, porque já se escreve muito mal em Portugal. Para quê agravar a doença? O acordo não simplifica, complica, é ridículo. E a nossa língua, que até é bonita, sai feia, aleijada, serão pequenos Quasimodos a povoar os nossos livros. Ou alguém acha que adoto é mais jeitoso do que adopto, aspeto é mais agradável à vista do que aspecto, fator é melhor do que factor? E qual é a vantagem se o Brasil, por exemplo, vai continuar a dizer terno, bacana, cafajeste, pilantra? A quem interessa este acordo? A quem beneficia, mercantilisticamente falando? Que vem resolver, que fronteiras derruba, que povos vai aproximar? Os governantes das últimas décadas já nos enterraram a economia. Não assassinem a língua também. Eu já assinei. Faça o mesmo: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N18406

façam um aborto ao aborto

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Não renegando as suas qualidades intelectuais, quem sou eu para delas duvidar?, o homem é um empoleirado, da Imprensa Nacional ao CCB os cargos de luxo têm-lhe sido servidos de bandeja, nunca lhe faltaram ao longo das últimas décadas. Por causa das tais qualidades? Pois sim. Mais, por atacado e em jeito de ambivalência, as suas elevadíssimas capacidades de gestão. Sem mais rodeios, não gosto nem nunca gostei da criatura, cuja pluralidade tenho na memória em artigos furibundos - de linguajar mais digno de um carroceiro do que de laureado autor - contra os portugueses que, há uns anos, elegeram Sócrates. Contudo, não posso deixar de elogiar a sua atitude contra o acordo ortográfico. Claro que tem as costas largas, sabe que o pode fazer sem sofrer quaisquer consequências, que o Presidente do Conselho Passos nunca o antagonizará, mas todas as manifestações contra este aborto linguístico, venham de onde vierem, são de louvar. Imagem:  http://elfrascoon.blogspot.com

enriqueça o seu vocabulário e, já agora, assine a favor do acordo que vai nivelar a ortografia de cá e lá

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ah! assim fica mais doce a transição para o disparate!

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Uma marca de cafés introduziu no mercado pacotes de açúcar que explicam aos portugueses as principais alterações do novo acordo ortográfico. A iniciativa foi apoiada pelo Ministério da Educação. Agora pode aprender a língua portuguesa enquanto bebe café. Esta campanha, que decorre de agosto até outubro, distribui 10 saquetas distintas que ensinam a nova grafia de palavras como “ótimo”, “extracurricular”, “autoavaliação”, “ata”, “redação” ou “pré-escolar”. A iniciativa surge na altura em que o acordo ortográfico vai ser aplicado no sistema educativo, no ano letivo de 2011/2012, conforme resolução aprovada pelo anterior Governo e confirmada pelo atual secretário de Estado da Cultura. O novo Acordo Ortográfico entrou em vigor em janeiro de 2009. Mas, até 2015, decorre um período de transição, durante o qual ainda se pode utilizar a grafia atual. Fonte:  http://www.boasnoticias.pt