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o nosso general pétain e vichy em lisboa

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arbeit macht frei

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Ena, o que para aí vai: espaço aéreo fechado, lanchas Tejo acima, polícia aos magotes pelas ruas, a mesma polícia que não existe quando uma velhinha é assaltada em pleno dia ou um multibanco é arrombado em plena noite, num cenário de guerra nunca visto em Lisboa, nem nos idos de Abril. Tudo por causa do canastro de dona Merkel, o bom nome de dona Merkel, a virginal santidade de dona Merkel. Dona Merkel vem a um dos seus campos de concentração. Os outros são na Grécia, em Espanha, em Itália e nas demais colónias onde o IV Reich não hesitará em criar redutos de miséria para honra e glória da grande pátria alemã. Acham que estou a exagerar? Esperem mais uns meses. Nem tantos quanto isso. E que os santos e arcanjos, se é que existem, nos ajudem. Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

dona isabel jonet, é só para a lembrar do nosso jantar hoje no tavares rico

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segundo jonet, os pais foram a um concerto do tony carreira e ficaram sem tusto para "o comer" dos filhos

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a história do mundo em menos de minuto e meio

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miss piggy vem ao talho

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Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com

a comida (não) é uma arma

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Carta aberta a Isabel Jonet, Não pude deixar de ficar chocada com as suas declarações em como «devemos empobrecer» e que «não podemos comer bife todos os dias» e «que vivemos acima das nossas possibilidades». O boletim do INE (Balança Alimentar Portuguesa 2003-2008) [1] lembra-nos que a dieta dos Portugueses está cada vez menos saudável. A fome, escreveu um dos seus maiores estudiosos, o médico e geógrafo Josué de Castro, pode ser calórica ou específica, isto é, pode-se comer muitas calorias e mesmo assim ter fome. Hoje os reis são elegantes e os pobres gordos, num padrão histórico inusitado. Os Portugueses estão a comer uma quantidade absurda de hidratos de carbono. O consumo de papas aumentou 7% com a crise, com consequências graves para a saúde – diabetes, doenças degenerativas, obesidade – porque se trata de açúcares simples. As pessoas alimentam-se apenas de forma a garantir a energia necessária para continuarem a produzir. Sentem-se saciadas, mas manifestam carências ...