Não, não me refiro ao Trump. Nem à Le Pen, Nem ao holandês, ou à polaca, ou ao húngaro, ou ao turco, ou ao filipino, ou ao russo de mau pêlo. Refiro-me ao nobre povo que vota. Os do Trump, os trumpulineiros , já levaram na cornadura, e isto é só para começar que ainda o padre não saiu da sacristia nem a multidão se esvaiu do adro; muitos vão perder a assistência médica, muitos vão morrer por falta de seguro de saúde naquele que se diz o país mais rico do mundo, o farol da humanidade e coisa e tal. Trump, a fazer lembrar o Coelho de má memória, corta, corta cerce, a torto e a direito. Corta na assistência aos velhos, na educação dos novos, em especial se forem pobres, ou pretos, ou hispânicos, seres contaminados pela sujidade da espécie. E, como não quer a coisa, planeia reduzir os impostos dos mais ricos, dá-lhes oferendas, benesses várias, que é deles que rezará a estória. Ele há, mas é que há, cada besta.
Comentários
A n/fraca indústria não interessou desenvolver mas desbaratar, havia a Alemanha e Itália a proteger.
As n/pescas roubadas em prol de Espanhóis e outros, com a desculpa do modelo essencialmente artesanal.
Assim, fomos vistos como objectos de mercados exteriores, fomos levados no engodo do "desenvolvimento" e "modernidade" e passámos a comprar tudo, desde a comida, o alfinete, o carrinho de linhas, aos bens frívolos de encher o olho e status.
Aceitámos os desonestos e corruptos internos que delapidaram os fundos da nossa integração na Europa "amiga", os dinheiros destinados à criação do bem comum.
Agora vamos pagar pelo ponto a que nos deixámos chegar, usando a mesma receita que nos levou onde estamos: suaremos a dar dinheiro com juros imorais por uma "ajuda" que nos "oferecem" em retorno de "austeridade obrigatória" e do impedimento de um crescimentoe sustentado. E no fim estaremos na mesma.
Pode-se acreditar em tamanha estupidez? Está tudo no filme, tal e qual. SS