de pinochet a passos ou os crimes do neoliberalismo

Chile, Setembro de 1973
Um bando de fanáticos apoderou-se do poder. Loucos  à solta. Gente perigosa que tem um único objectivo em mente, destruir o país em proveito da alta finança. Baixam-se os salários, aumentam-se os impostos, provoca-se desemprego, privatiza-se tudo (agora, diz-se, até os centros de saúde se querem passar para privados). O plano está bem urdido mas, tão sagazes que são, esqueceram-se que crimes desta gravidade só são possíveis em regimes sanguinários, como no Chile de Pinochet. Por cá, só têm duas alternativas: ou restauram a ditadura ou terão que se defrontar com a ira do povo, todo um povo, de esquerda, do centro, da direita. Poucos já são os que estão com eles. E esses poucos viverão com a vergonha dos os ter defendido até ao fim. Até ao estrebuchar. Nosso ou deles. Não há terceira opção.

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