21/01/12

em nosso nome

Por Manuel António Pina

Quando, às 3 da manhã de quarta-feira, ouvi na SIC Notícias que "Governo, patrões e sindicatos" tinham assinado um Acordo de Concertação Social, suspeitei de tanta unanimidade. Mas quando, ia já a reportagem no fim, a estação revelou que os "sindicatos" eram, afinal... a UGT, fiquei tranquilo já que a UGT se compromete nos seus Estatutos a defender "os direitos dos trabalhadores", a "estabilidade (...) das relações de trabalho", a "livre negociação colectiva" e a lutar pelo "direito ao trabalho" e "pela sua segurança".

O que a UGT assinou veio no dia seguinte nos jornais: "Acordo torna mais fácil e mais barato despedir e reduz indemnizações, subsídios, férias e feriados" (Público); "Patrões reconquistam sábado de trabalho/(...)/ Trabalhador perde até sete dias de descanso/ Empresas podem pôr e dispor do funcionário durante 150 horas" (JN); "Patrões podem impor trabalho ao sábado e só pagar mais 25% (DN); "Faltas sem motivo junto às pontes tiram quatro dias de salário" (Diário Económico); "Despedimentos alargados (...) Empresas ganham mais poder na escolha do pessoal a despedir" (Jornal de Negócios).

A UGT só representa os sindicatos nela filiados (bancários, enfermeiros, engenheiros, construção, comércio, artes e espectáculos, etc.). Aplicar-se-ão apenas a esses os compromissos de pesadelo subscritos por João Proença? Não acredito que João Proença tenha assinado em nome de quem não representa...


há alturas em que um presidente mais valia estar calado

Fonte: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com

myriam zaluar

É ela, a autora da carta a Passos Coelho que correu seca e meca. Uma heroína, como o são milhares de outras mulheres por esse país fora.

para este peditório, já dei

antónio josé seguro a fazer de oposição é tão convincente como josé castelo branco a fazer de zezé camarinha

Fonte:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com

20/01/12

eu já fui ao multibanco, e você?

essa de andarem por aí a dizer que o governo dá tachos aos amigos de partido é mentira, é baixa política

Vasco Graça Moura, destacado militante do PSD, acaba de ser nomeado Presidente do Centro Cultural de Belém. Jobs for the boys? Nem pensar! Com os casos Catroga e Moura, o mais honesto será dizer: jobs for the mature!

por uma lisboa sem desperdício


Una red de personas voluntarias llena los huecos que la administración no quiere atender. Cada día, recorren los restaurantes y supermercados de la ciudad para recoger la comida que éstos tiran y donarlas a los nuevos y viejos pobres de Lisboa.

Texto e fotos: Eva Máñez

a saúde está de partida

Médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde estão a sair de Portugal. Paulo Macedo está a conseguir dar cabo do SNS, em pouco tempo e com o beneplácito dos portugueses. Bravo. Excelente trabalho. Confirma-se a reputação de grande gestor conquistada nos impostos. Do fisco ao confisco da saúde, a diferença é coisa pouca.


a impudicícia

A desfaçatez desta gente não cessa de me surpreender. Os subsídios de férias e de Natal não podem ser pagos, por decreto do polvo que mais ordena? Pois bem, paguem-se abonos suplementares que não são, está-se mesmo a ver, a mesma coisa. 


ainda há contos de fadas

19/01/12

pergunto-me o que diria o luiz pacheco de tudo isto se fosse vivo

e já agora, por falar em braga, eis o livro que o álvaro devia ler mesmo que em toda a vida só leia um

mais vale uma rua do porto

dos padres aos pastéis de nata, são ideias do professor batata


«Durante séculos, a majestosa cidade de Braga especializou-se na produção de um produto: padres. Basta percorrer as monumentais ruas da cidade para perceber a importância que a religião e a Igreja Católica têm para a região. São edifícios e mais edifícios (muitos deles de grande dimensão) dedicados à produção e formação de sacerdotes. Hoje em dia, a indústria de produção de sacerdotes bracarenses está em declínio”. (…) Porquê? (…) A grande causa do declínio da Igreja Católica em Portugal é simplesmente a falta de competitividade. A indústria de produção de padres perdeu competitividade, pois os custos de produção de novos sacerdotes são demasiado altos e o preço do sacerdócio é extremamente elevado.»

Álvaro Santos Pereira, O Medo do Insucesso Nacional

o concerto



Por João Paulo Guerra

Grande fartura para os trabalhadores, a que foi cozinhada ao lume brando da concertação social, mexida pelo Governo, temperada pelo patronato e empratada pela UGT: o Governo abdicou de uma medida que não existia, e que desagrada a gregos e troianos, introduzindo na legislação laboral um pacote de preceitos altamente gravosos para os que vivem da remuneração do trabalho.

Negócios destes só na compra e venda de burros da feira da Malveira. Em troca de nada, que ninguém queria, tomem lá menos proteção no emprego e no desemprego, menos salário, menos descanso.

Chama-se a isto, em Portugal, concertação: combinação, ajuste, harmonização, consenso. Um diz mata, outro diz esfola e ambos, concertados, matam e esfolam. O Governo, que supostamente representa os dois lados do confronto entre capital e trabalho, é descaradamente parcial, quando não é mais papista que o Papa, isto é, quando vai mesmo mais alto, mais longe e mais além do que o patronato espera. Ou do que a Troika impõe. Mais do que concertação, assiste-se a um verdadeiro concerto: o Governo sacode a batuta e ataca a pauta da tocata e fuga para patronato e orquestra. De vez em quando, a UGT dá um lamiré e depois mete a viola no saco. Um concerto sem conserto possível.

Tudo isto se passa em nome do aumento da produtividade e da criação de emprego, e vai ser apregoado até que se chegue à conclusão que nem a produtividade aumentou nem o desemprego baixou. Não há soluções que não sejam para mascarar a institucionalização da exploração. Paira no ar um certo cheiro a mofo, que vem talvez dos tempos da Confederação Patronal e da União dos Interesses Económicos.

O mais trágico é que, para além do empobrecimento geral, legislação como esta não vai trazer nada de bom ao País.

é isto que querem cá

está desempregado? veja aqui o que fazer

vaudeville canalha


produtos de exportação

deixemo-nos de palavras mansas


Estamos a viver uma autêntica revolução de direita. Sem sangue, como é apanágio em Portugal, o dos cravos, o da brandura de costumes. Andamos para aqui em blogues, nas redes sociais, a palavrear. Mas pouco mais. Convocam-se manifestações atrás de manifestações sem congruência nem consequência. Quando é que nos vamos unir todos num só grito de indignação? Com acções pensadas com cabeça, tronco e membros?

Chega de palavreado! A cada dia que passa, eles ganham terreno, minam o País, atiram os portugueses para o desemprego e para a miséria. Se estamos revoltados, mostrêmo-lo. Juntos.

eles vendiam até a mãe


A participação de capitais angolanos em empresas portuguesas de comunicação social é normal e decorre de Portugal ter uma economia aberta, disse em Luanda Miguel Relvas, ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares português.

Venderam a EDP ao democrata Partido Comunista Chinês e agora vão pojar-se aos pé do honesto e democrata José Eduardo dos Santos para lhes venderem o Canal um da nossa televisão pública. Valores como a liberdade, justiça, direitos humanos, corrupção são palavras proscritas nos negócios do governo mais liberal e capitalista que existiu em Portugal.

Como bem diz o Ministro somos uma economia aberta o que quer dizer que tudo está à venda, das nossas empresas à própria soberania do país . Mas não é só por cá, muitos outros países europeus estão a ser atirados para a bancarrota para poderem ser comprados pelos “mercados” em época de saldos. O que se está a passar é um assalto, um roubo consentido pelos nossos impotentes e incompetentes governantes. Se ainda somos um país, se ainda temos uma história, uma cultura e uma identidade tudo isso não pode ser assim desbaratado e destruído por hipócritas vendilhões do templo. Há coisas que não se vendem nem têm preço.

enlevados, enlevados sim!

salazar e caetano sorriem nas tumbas


Por Mário Tomé (Facebook)

João Proença e Passos Coelho deram as mãos nesta prova de coragem que foi tirarem os trabalhadores da "zona de conforto", nas palavras do primeiro ministro, onde retouçavam alegremente nas tintas para o dever patriótico de trabalharem sem direitos e com salários que já fizeram os empresários chineses explorarem a hipótese de deslocalizarem para cá empresas suas.

Esta nova "coligação social" entre patrões e seus lacaios sindicalizados, tem como efeito imediato que Salazar e Caetano sorriam com ternura nas suas tumbas (a alma permanece incorruptível) e confidenciarem: afinal tanto barulho para quê? estão a fazer o que planeámos e, diga-se em abono da verdade, com bastante mais habilidade.

Trabalhadores e patrões de mãos dadas "A Bem Da Nação"! 

O sucesso é tanto que consta que já está formalizada a proposta de cooptação "honoris causa" dos mais bem sucedidos empresários portugueses, com António Mexia à cabeça por razões óbvias, para o Comité Central do Partido Comunista da China.

Entretanto o pessoal que ficou de fora da patriótica coligação prepara a resposta condigna aos crápulas que pensam tomaram conta do país.

que venha o diabo e escolha!


Eu, assim como assim, se fosse o diabo escolhia o Passos. Este sim, não tem sensibilidade nem contemplações perante a pobreza, a fome, a escravidão. Temos homem para a fogueira!

18/01/12

roubar pouco é no que dá

Por Manuel António Pina

Começou ontem a ser julgado no Porto um homem acusado de tentativa (tentativa...) de furto de uma embalagem de polvo e um champô no valor de 25,66 euros num supermercado Pingo Doce.

No que toca ao polvo, Alexandre Soares dos Santos, presidente do Grupo Jerónimo Martins (proprietário do Pingo Doce) e segundo homem mais rico de Portugal - o seu património aumentou 88,9% em plena crise (qual crise?) para 1 917,4 milhões - discorda do terceiro mais rico, Belmiro de Azevedo (1297,6 milhões), que entende que, "quando o povo tem fome, tem direito a roubar". Para o bilionário dos supermercados, qual roubar qual quê: nem tentem!

Por isso, o Pingo Doce não desistiu da queixa. O que se compreende pois o famigerado Estado é que pagará a factura da instrução do processo, dos salários dos oficiais de Justiça e magistrados envolvidos, da papelada, das notificações, do advogado oficioso... O Estado e o estado da Justiça que, enquanto anda ocupada com casos de 25 euros, deixa prescrever os de milhões.

Pouco avisado foi o réu, presumivelmente esfomeado e sujo, em deixar-se tentar por 25,66 euros de comida e produtos de higiene. Se se dedicasse antes aos "comportamentos evasivos e fraudatórios [...] em matéria fiscal" por que o Grupo Jerónimo Martins foi recentemente condenado a pagar 20,888 milhões de euros ao abrigo das normas fiscais anti-abuso, se calhar andaria hoje pelas TV a pregar moralidade aos portugueses.

o triunfo dos porcos

trabalhos forçados


Na assinatura do acordo de concertação social, Passos Coelho afirmou que está aberta uma nova era de prosperidade para Portugal. Falemos claro: prosperidade para o capital. Pobreza, precariedade, escravatura para os portugueses que vivem do seu trabalho. Mas a revolta, a contestação, as greves, os protestos vão crescer e multiplicar-se. A bem da dignidade dos portugueses.

o exército americano semeia a morte e a destruição

hoje não me calo com o proença, que vai ficar para a história como o palhaço-traidor, uma honra afinal

Fonte: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

500 paus em como a nova temporada do cardinali vai contar com o contorcionista proença

Título e imagem de Pedro Vieira
http://arrastao.org/

hoje só me apetece dizer palavrões

a desgraça feita manchete


o povo e o polvo

Arménio Carlos, da CGTP, do lado do povo. Mário Crespo do lado do polvo.

17/01/12

porque um escarro não é bonito de se ver

Este ovo estrelado representa-o. E aqui vai ele direitinho para a UGT e a CIP e a CAP e os Proenças e os Álvaros  e demais degenerescências e viscosidades infra-humanas.

viver de joelhos


Este povo não aprendeu as lições da história. Prefere viver de joelhos. Resigna-se. Cala-se. Demonstra rancor pelos que, com defeitos, é certo, ao menos defendem e sempre defenderam os seus direitos, os seus interesses. Eu sou do PCP, do BE, do MRPP, de qualquer partido, qualquer movimento, qualquer organização que se oponha - sem tibieza nem falsidades - a este governo de crime sem castigo. Não quero saber de capelinhas, nem de quintinhas, nem de sensibilidadezinhas. Dir-me-ão ignorante das coisas da política, acrítico, troca-tintas. Pois seja. Do que nunca me acusarão é de querer dividir quem está do meu lado. Dogmas, tendências, intolerâncias, facciosismos, desejo-os ao inimigo. A esse sim, quero vê-lo fraco, moribundo, morto. Enterrado, para sempre, no cemitério da ignomínia.

vergonha

o regresso dos senhores feudais


A CGTP tem razão. Estamos a assistir a um retrocesso civilizacional, não só em Portugal mas em grande parte da Europa, de que não há memória. Temia o regresso ao século XIX. Neste momento, acho que nos encaminhamos, a passos largos, para o regresso do feudalismo, do absolutismo, da escravatura. O mundo é um lugar cada vez menos recomendável para se viver. Mas, tenho esperança, tenho a certeza, os homens, os de boa vontade, conseguirão, como em todos os momentos decisivos da História, vencer a prepotência, o desprezo pela vida humana, a rapacidade dos senhores feudais.

novo pacote laboral

Fonte: http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

16/01/12

a revolta dos pastéis de nata

Enquanto os portugueses todos, autênticos pastelões, se deixam espezinhar pela camarilha neofascista, vamos rindo. Cantando e rindo. Levados. Levados, sim.

a imagem de uma morte anunciada

A fotografia foi obtida no último concerto de Amy Winehouse, em Belgrado.

todos somos culpados

não, obrigado, não quero recibo


Por Ricardo Santos Pinto

Não sou fiscal do Estado, nem este me paga para andar à cata de impostos alheios. Nem sou assim tão lorpa que vá voluntariamente pagar por um bem ou serviço mais 23% do que ele me custaria sem recibo. Não, não peço recibo. E mesmo que pague o mesmo, só peço recibo se tiver alguma vantagem nisso. Caso contrário, não, não peço recibo.

Se querem que eu peça recibo, aprendam a ser justos. Aprendam a governar. Caso contrário, não vou pedir recibos para ajudar a pagar os motoristas de 21 anos do Francisco José Viegas que recebem 1600 euros por mês; ou as 1097 nomeações de Passos Coelho; ou as trocas de boys e respectivas indemnizações; ou os Grupos de Trabalho criados pelo Relvas; ou os benefícios fiscais da Banca e das SGPS; ou os salários milionários dos Catrogas deste país; ou os inúteis Planos Nacionais de Barragens; ou os Subsídios de Férias e de Natal do Cavaco e dos demais reformados do Banco de Portugal. Ou para andarem a cortar apenas aos mais pobres.

Não, enquanto não houver justiça e equidade fiscal em Portugal, não tenho qualquer motivo para pedir recibo.

steve jobs morreu com aura de herói


Um visionário, dizem. Um magnata como outro qualquer, digo eu que não acredito nem em bruxas nem em santos, muito menos quando estão milhões de dólares em jogo. O artigo abaixo dá-nos conta de que o fabrico dos iPhones é, parcialmente, da responsabilidade de crianças de 13 anos, que trabalham 16 horas por dia por 70 cêntimos de dólar por hora. Dormem em pardieiros atulhados. São da mesma China que nos compra os anéis e, qualquer dia, os dedos. E a mão-de-obra. Barata, como convém.

não há aqui qualquer semelhança com portugal?

antes que a rosa murche

Fica aqui, para a posteridade, o retrato fiel do palhaço triste do Rato. Sócrates foi o que foi. Seguro é o que é. Qualquer dia, o PS não se aguenta em pé. Mas como o povo sabe o que faz, vai correr todo para os braços do PSD. Tem que ter um pai. Mesmo que seja padrasto. 

Fonte: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

15/01/12

nem o papa escapa!


É notório que temos uma crise de liderança na Europa. Durão Barroso, Merkel, Cavaco Silva, Passos Coelho, Sarkozy, só para citar alguns, os que mais nos lixam a vida, ou são inutilidades ou são gente sem uma única preocupação humanista, simples marionetas nas mãos dos mandões neoliberais. Mas nem o papa (escreva-se assim, em caixa baixa, que não lhe guardo respeito algum), mas nem o papa foge à miséria moral que grassa pelo Continente. Da boca, saem-lhe ou lugares comuns e hipocrisias ou, quando lhe dá para a sinceridade, saem-lhe autênticas alarvidades, indignas do chefe da Igreja. Ainda no outro dia, veio-se (cruz, credo!), veio-se com aquela de que os casamentos entre homossexuais contribuíam para a degradação da família e, consequentemente, da humanidade. Na imprensa online de hoje, surge-nos com outra bacorada ainda pior: que, no seu tempo, era normal as crianças serem violadas. Leu bem. Ele perdoa os padres que o fizeram naquele tempo. Era natural.

Leia-se e pasme-se. E vomite-se.
http://es.sott.net/articles/show/2323-Indignante-El-Papa-dice-que-la-violacion-de-ninos-no-es-tan-malo-era-normal-en-su-epoca

greve expresso

Eu já faço greve ao Expresso, e a muitos outros jornais e revistas, há muito tempo. E este pedaço de merda publicitária, merda fura-greves, dá-me razão. 

forca-se!


O Primeiríssimo manda emigrar quem não trabalha. O da Mota manda baixar as pensões dos reformados. O da Médis manda deteriorar os serviços de saúde, a pública. A Manelinha manda que tenha tratamento quem possa pagar. O Ralenti das Finanças manda aumentar impostos. O Pastel de Nata manda trabalhar mais com menos salário. A bem dizer, o que eles querem é uma legião de escravos a render dinheiro ao capital. Os outros, os desempregados, os reformados, os doentes sem dinheiro para os cuidados básicos de saúde, esses que se enforquem. Não fazem cá falta nenhuma. São uma fonte de despesas. Um estorvo. Parasitas que o que querem é viver à conta dos ricos, coitados, que já têm preocupações que bastem. Gerir milhões é uma dor de cabeça, fugir aos impostos dá trabalho, desviar fortunas para paraísos fiscais leva qualquer um à beira do desespero.

Quanto mais não vale ser pobre!


sempre que os lobos uivam

Andaram disfarçados de social-democratas, democratas-cristãos e outras vestes carnavalescas mais ou menos vistosas. Mas agora tiraram a máscara. Estão de volta. São lobos sedentos de sangue à volta de um redil de carneiros. Tresmalhados. Presa fácil nas garras da besta-fera.

como criar um povo idiota

O vídeo é brasileiro. Portanto, qualquer semelhança com a realidade portuguesa não passa da mais pura coincidência.

naufrágio

Fonte: http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

casal cavaco dá uma mãozinha ao pingo doce

quando angela cair, o seu kaninchen cairá com ela


Isto não é fé nem profecia. É certeza. Mais tarde ou mais cedo, para salvar a economia, parte da Europa, a mais prejudicada pela crise do euro e pela especulação financeira, rebelar-se-á contra Merkel e será o princípio do fim da criatura. E o fim de Coelho e da sua aventura de extrema-direita. Sim. Extrema-direita. E eu, aliviado, farei uma festa. Estão, desde já, convidados. O menu incluirá coelho à caçadora. Ou Kaninchen im Römertopf.

passos coelho tem razão, não foi o cartão do PSD que lhes deu direito a deitar a unha ao wok

Fonte: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/