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hoje há porco para o almoço

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Também José Miguel Júdice veio hoje a terreiro para arrotar as suas postas de pescada, deve-lhe ter caído mal o banquete de anteontem. Disse ele: "Os portugueses têm de abdicar de direitos adquiridos, trabalhar e poupar mais".  Porque será que, quem assim fala, é sempre gente bem instalada na vida, graças à política ou aos proventos que lhes cai em bandeja de prata graças às suas ligações políticas, passadas e presentes? E porque será que esses mesmos senhores, no meio da indigência em que o País se está a atolar, continuam a viver à grande e à antiga portuguesa enquanto mandam os portugueses trabalhar mais e viver pior, quais escravos condenados às galés? Aqui está a receita de porco para o menu da fome: http://www.noticiasaominuto.com/politica/21307/portugueses-t%C3%AAm-de-abdicar-de-direitos-trabalhar-e-poupar-mais#.UKYofeTtSSo

uma barata tonta

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Por Marinho e Pinto http://www.jn.pt Três antigos bastonários da Ordem dos Advogados ligados ao negócio das arbitragens (essa justiça privada e clandestina tão zelosamente promovida pelo actual governo) vieram atacar-me pessoalmente por eu ter criticado a ministra da justiça no programa da SIC «Conversas Improváveis», onde dissera que ela é uma barata tonta e uma pessoa traiçoeira em quem não se pode confiar. António Pires de Lima, que já não se lembra dos insultos que dirigira a António Guterres, José Sócrates, Alberto Costa e Alberto Martins, veio dizer ao semanário Sol que eu devia «andar a puxar uma carroça em Lisboa». Ele, que há uns anos comparou o Ministério Público à Gestapo de Hitler e à PIDE de Salazar e que antes do 25 de Abril fora advogado de uma das mais ferozes forças de repressão da ditadura, defendeu a actual ministra afirmando que ela «tem feito o possível, o que não pode é fazer milagres». Confessou ainda «ter a maior consideração» por ela e desejou-lhe ...