perigosa futilidade
Por Gabriel Leite Mota
http://p3.publico.pt
Vivemos tempos fúteis… Apesar de mergulhados numa crise financeira e económica profunda ainda se vive sob a égide do clima da futilidade que nos tem acompanhado desde o fim das grandes guerras.
Adam Smith já sabia, no séc. XVIII, que só do supérfluo as economias se podiam alimentar para sustentar crescimentos continuados, uma vez que as necessidades básicas e fundamentais dos seres humanos rapidamente se satisfazem. É do brilho das lantejoulas que a economia se alimenta…
Infelizmente não foi só a economia que se alimentou do fútil: também muitas pessoas encheram os seus cérebros com lixo superficial privando estes de produzir qualquer pensamento profundo. Com isso criou-se uma cultura do supérfluo onde o material e o instantâneo esmagam a reflexão, a profundidade, a crítica.
Muitas pessoas apenas se motivam para discutir futebol, crimes e escândalos mediáticos, ouvir música pimba, passar tardes inteiras nos centros comerciais, ver telenovel…
Vivemos tempos fúteis… Apesar de mergulhados numa crise financeira e económica profunda ainda se vive sob a égide do clima da futilidade que nos tem acompanhado desde o fim das grandes guerras.
Adam Smith já sabia, no séc. XVIII, que só do supérfluo as economias se podiam alimentar para sustentar crescimentos continuados, uma vez que as necessidades básicas e fundamentais dos seres humanos rapidamente se satisfazem. É do brilho das lantejoulas que a economia se alimenta…
Infelizmente não foi só a economia que se alimentou do fútil: também muitas pessoas encheram os seus cérebros com lixo superficial privando estes de produzir qualquer pensamento profundo. Com isso criou-se uma cultura do supérfluo onde o material e o instantâneo esmagam a reflexão, a profundidade, a crítica.
Muitas pessoas apenas se motivam para discutir futebol, crimes e escândalos mediáticos, ouvir música pimba, passar tardes inteiras nos centros comerciais, ver telenovel…