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unidos por uma causa comum

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Mais uma vez, Soares está na berlinda. Convocou para 21 de Novembro, na Aula Magna, uma sessão em defesa da Constituição e do Estado Social. Vão lá estar muitos e, felizmente, dos mais variados sectores políticos. Apesar das diferenças, une-os a vontade de varrer Passos do poder e salvar Portugal e os portugueses desta gente sem alma nem razão. A lista de presenças e apoiantes é impressionante: Carlos do Carmo, Rúben Carvalho, Adriano Moreira, D. Januário Torgal Ferreira, Helena Roseta, José Pacheco Pereira, Diogo Freitas do Amaral, Frei Bento Domingues, Marisa Matias, Alfredo Bruto da Costa, António Capucho, Boaventura de Sousa Santos, Pilar del Rio, António Sampaio da Nóvoa e Manuel Alegre, entre outros. A História vai passar por ali. Não é todos os dias que podemos ver e ouvir, de uma assentada, gente do CDS, do PSD, do PS, do PCP e do BE, da Igreja e das Forças Armadas, da vida sindical e da cultura.

de escombro em escombro

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d. januário e os outros

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Jesus expulsa os vendilhões do templo Por Manuel António Pina http://www.jn.pt Que, como há 50 anos, um bispo tenha de novo erguido a voz, fazendo "política" em vez de se remeter à sacristia, eis o escândalo que agita hoje esta espécie de tempos democráticos e de liberdade de expressão em que vivemos. Também em 1958 a Igreja institucional se demarcou da carta do bispo do Porto a Salazar. Revelaria mais tarde D. António que até "da Cúria vaticana alguém [lhe] disse: "Bem sabemos que isso é doutrina da Igreja; mas se, de um lado e de outro sabemos isso, para que estar a pregá-lo?". Em muitos aspectos, essa carta é hoje de novo singularmente actual: voltaram à rua o "mendigo, o pé-descalço, o maltrapilho, o farrapo (...), os subalimentados"; e o "financismo 'à outrance'", o "economismo despótico", o "benefício dos grandes contra os pequenos", o "ciclo da miséria" são outra vez "o centro da Nação...

as virgens ofendidas

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Todos temos o direito de manifestar a nossa indignação, a nossa repulsa por um governo que está a levar Portugal para a depressão absoluta, económica e social. Eu próprio, que tento manter uma certa contenção verbal, mesmo assim ter-me-ei excedido aqui e ali, fruto da raiva de momento (e quem não sente não é filho de boa gente). Ora acontece que D. Januário disse hoje o que disse ao seu jeito e com a autoridade que lhe assiste, se toda a Igreja católica agisse de forma semelhante até eu ia à missa aos domingos agradecer a Deus Nosso Senhor os servos que, assim, O honrariam. E eis que as virgens ofendidas do PSD e CDS, que se calam perante escândalos como o de Miguel Relvas - pudera! - , acorreram às televisões esta noite para condenar D. Januário. O ministro da defesa desafia-o até a provar o que disse, em tribunal. Por outro lado, hoje também, soube-se que Miguel Relvas vai processar Helena Roseta por ter falado "demais". Aposto que até nós, aqui pelos blogues e rede...

porque os outros se calam mas tu não

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Sempre que se fala de D. Januário, entre as gentes das esquerdas as opiniões dividem-se. Para os que o denigrem, é um homem da Igreja e, como tal, comete os mesmos pecados da "classe" inteira, ponto final parágrafo. Eu gosto de D. Januário, pelo menos do que tem dito D. Januário. Diz mais e melhor do que outras gentes "mediáticas" que se deixam estar caladas, que não fazem ondas, porque "o seu" está garantido e, atrás de Passos, outros passos virão. A esses, eu que sou de esquerda e não sou católico, prefiro o D. Januário, aqui em entrevista ao jornal "i": “No fim do pagamento da dívida, vamos ter uma multidão desenfreada de pobres”

d. januário compara passos a salazar e não é o único

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http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2594124

revolte-se, enquanto é tempo!

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d. januário: "este governo é um cobrador de impostos"

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D. Januário Torgal Ferreira aponta a falta de pedagogia e de jeito do Governo na preparação das pessoas e organismos para as novas medidas de austeridade anunciadas.