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eu cá não sou de intrigas

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Hoje, o "i" publica um artigo sobre o Banco de Portugal, cujas despesas, e ainda o ano não acabou, subiram dos 6,2 milhões em 2012 para os 8,9 milhões de euros em 2013. A contenção, a austeridade, parecem não tocar a todos, muito menos a quem deveria dar o exemplo. Segundo reza a notícia, entre outras despesas "menores" - nomeadamente 1 milhão de euros para combustíveis, os automóveis topo de gama consomem que se fartam - os principais fornecedores do Banco foram a Real Casa de La Moneda espanhola, para aquisição de papel de nota, e a Novabase, a quem o BdP renderá qualquer coisa como 1,4 milhões de euros em troca de "serviços de desenvolvimento de software". Eu cá não sou de intrigas. Nem detective. Nem jornalista de investigação. Mas encontrei, no site da Novabase, um tal Nuno Fórneas na qualidade de Administrador Executivo. Entre Novembro de 1989 e Junho de 1990, Fórneas foi administrador da base de dados do Banco de Portugal. Admito qu...