30/04/11

fotos secretas da boda real


Um paparazzi,  infiltrado em Buckigham, conseguiu tirar estas fotos com uma câmara oculta.

pergunta inocente, juro!


Catroga diz que o governo devia ir a tribunal. Até aqui, tudo bem. Concordo. Mas será só este? E o governo do seu patrão Cavaco, Sr. Catroga? Não destrui parte da economia nacional e usou o dinheiro da comunidade europeia para construir auto-estradas de que ninguém precisa? Haja moralidade e comam todos. Pela medida grande!

cuidado com o nome que dá ao seu blogue ou site

E a razão é simples: o nome, propriamente dito, até pode ser normalíssimo da silva. Mas, o que acontece quando se converte em URL? Três exemplos:

Neste caso, Speed of Art redundou em http://www.speedofart.com, ou seja, Speedo Fart.







E este, do inócuo Pen Island passou a www.penisland.net o que, em vez de Pen Island, também se pode ler Penis Land.




E que dizer do site Who Represents? Os autores deviam estar muito distraídos, porque www.whorepresents.com também pode ser lido como Whore Presents.

heróis do nosso tempo


a crise na educação não é só portuguesa

sacristão festeja casamento real

bordel à beira-mar

Das melhores do We Have Kaos in the Garden:


Continuam as negociações com o FMI para discutirem qual vai ser o preço para nos poderem fecundar, neste bordel à beira-mar plantado. 

rumsfeld e portas: o duo sinistro

Quando for escrita a história destes negros tempos, com rigor e verdade, saberemos quem foi de facto Donald Rumsfeld e quantas foram as suas negociatas bilionárias, incluindo a da vacina contra a gripe A, para mim um dos maiores escândalos de todos os tempos mas que, sintomaticamente, pouca atenção mereceu por parte da imprensa. E, se coloco esta fotografia aqui para relembrar o encontro Rumsfeld-Portas, cite-se o patrão primeiro, não é porque queira associar Portas aos proventos de criatura tão asquerosa, nem Portas, simples peão de brega nesta sangrenta tourada mundial, tem unhas ou guitarra para chegar tão "alto", mas porque há simpatias que desacreditam qualquer político, por mais que proclame o seu amor aos pobrezinhos fazendo lembrar, aos mais ingénuos, um tipo de generosos intentos, contudo sem os perigos "comunizantes" da maltosa da esquerda. É esperto, este Portas, que nem um alho. Mas há imagens que valem mais do que mil palavras. Assim os cidadãos deste país saibam quem foi Rumsfeld e o perigo que, gente como esta, representa para a humanidade.

ricardo araújo pereira e otelo saraiva de carvalho





A complexa iconoclastia de Otelo
Otelo consegue ser um arrependido do 25 de Abril antes de ser um arrependido das FP 25 de Abril. É obra.

Ricardo Araújo Pereira

As comemorações do dia 25 de Abril resistem com cada vez mais dificuldade às lamentações do dia 25 de Abril. Primeiro, porque as primeiras decorrem apenas no dia 25 de Abril, enquanto as segundas decorrem durante todo o ano. Segundo, porque há cada vez mais quem lamente e cada vez menos quem comemore. A toda a hora ouvimos "Maldito 25 de Abril!" e "Isto precisa é de um novo Salazar!" É insuportável, este reacionarismo de velhinhos salazaristas, energúmenos anónimos de todas as idades e capitães de Abril.

saúde: um negócio de biliões

os preservativos de um casamento

grande boda!


Façamos um intervalo na crise e discutamos chapelaria, da fina. Do que eu gostei mais, no casamento real, foi dos chapéus. Ninhos de rato, penicos, cornos entrelaçados, barcaças, florões, penachos, foram de se lhes tirar o chapéu!

vai um fadinho?



Mas há mais, que hoje deu-me para aqui.

acuso!

igualdade, uma ova!

Com a devida vénia, mais um texto e imagem do We Have Kaos in the Garden:


Paulo Portas veio dizer que defende a igualdade de oportunidades e, por isso, é o elevador da sociedade. 

Igualdade de oportunidades muitos defendem, mas muitos também só respeitam os que conseguirem lugar no elevador. É que o elevador não pode levar todos e os outros, os que por razões diversas do esforço o não conseguirem, são abandonados à pobreza e à exploração. Não há igualdade de oportunidades para aquele que chega conduzido pelo motorista do pai ao colégio privado e o que chega ao liceu com frio e fome. Não há igualdade de oportunidades para quem, depois da escola, tem professores privados para lhes dar explicações e os que têm de ir trabalhar para ajudar na casa. Não há igualdade de oportunidades para os que, ainda não acabaram o curso, já têm um lugar de assessor numa das empresas de um familiar ou amigo do pai e aqueles que entram num mercado de precariedade e desemprego. Mais que igualdade de oportunidades há que dar primeiro igualdade de condições de vida, condições em que se possa crescer com dignidade e segurança.

29/04/11

holocaustos

com tanta educação, tiveram aulas com a bobone

terá afundado?


Anda discreto, este. Já andará pelas feiras a pregar a fé cristã? Ou ter-se-á afundado com os seus submarinos? Ou ainda, hipótese mais provável, andará a aprontar alguma, ele que não dá ponto sem nó? Porque, esperto, é ele. Demagogo, também. Ele, que se diz tão preocupado com os mais fracos e que tanto vocifera contra Sócrates, quer fazer parte do próximo governo, o mesmo governo que vai aprofundar a liquidação do Estado Social e o empobrecimento ainda maior da vasta maioria dos portugueses. É esperar para ver.

caos em lisboa

o bolo do casamento real

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Adianto-me à imprensa do coração, e aos noticiários "sérios" da televisão, e revelo em primeira mão qual o bolo escolhido pelos Windsor para abrilhantar o banquete onde cada um dos 650 convivas teve direito a 13 canapés e toma lá que já almoçaste (vejam como eu estou bem informado destas coisas da realeza, bem se vê que segui a granel as informações da Filipa e da Judite, do Goucha e do Magalhães e, acima de tudo, de sua Alteza D. Duarte Nuno, o de Bragança, porque de Portugal jamais, qual Príncipe Carlos ainda mais pindérico). 

E, se gosta de bolos, só não gostam os tolos, clique para ver mais obras-primas da alta pastelaria.

roube outro ladrão

Já se sabe o que aí vem: mais austeridade, mais roubos legalizados a quem menos tem. Já Sócrates, o Socialista, persegue essa política, quanto mais os senhores do FMI e confrades da Comunidade Europeia, crentes fervorosos das receitas, até agora todas falhadas, mas parece que eles não perceberam isso ainda, dos mercados livres, auto-regulados, sedentos de dinheiro para eles, de miséria para os outros. É o neo-liberalismo no seu auge. Esperemos que, quanto mais alto subam, mais alta lhes seja a queda.

A canção do vídeo que se segue, Roda, interpretada por Elis Regina, calha bem no tempo presente. Pode ser um novo hino para a crise. Vá, senhores políticos, senhores do FMI, senhores banqueiros: roubem outro ladrão como vocês, deixem o pobre em paz. Lembrem-se que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão. Pelo menos da Justiça à portuguesa, assim será com certeza.

Clique em "continua" se quiser ler a letra.


não batam mais no ceguinho?


Eu bato. Só agora me dei ao trabalho de ir ver o organigrama da AMI. Ele é Fernando Nobre, ele é Leonor Nobre, ele é Luísa Nemésio (mulher de Nobre), ele é Carlos Nobre, ele é José Luís Nobre, ele é Isabel Nobre, ele é Alice Nobre, todos em cargos de responsabilidade. E ainda há mais uns apelidos que se repetem: Serafim Jorge, Rui Jorge, Alice Lucas, Luís Lucas, Manuel Lucas. Uma famiglia!

insultem-se, mas com conteúdo


por Daniel Oliveira
Expresso Online

Lello diz que Cavaco é foleiro. Nogueira Leite diz que Lello é um cibernabo. Lello diz que Nogueira Leite quer abifar uns tachos. Deve ser disto que falam quando falam de crispação. E esta crispação compreende-se. São os foguetes que animam uma festa morna. Enquanto a União Europeia e o FMI escrevem o verdadeiro programa eleitoral do PS e do PSD, aquele que ambos se preparam para aceitar sem um sinal de resistência, há que continuar a fingir que há um confronto político.

A ver se nos entendemos: dá imenso jeito, por exigir menos informação e menos reflexão, acreditar que a nossa situação se resume a uma questão de carácter dos intervenientes políticos. É confortável pensar que estamos como estamos porque o Presidente da República é "foleiro", o primeiro-ministro é "aldrabão", o líder do PSD é "um banana" e todos eles estão rodeados de gente que quer "abifar uns tachos". Esta narrativa permite não discutir política, não discutir economia, não discutir Europa. Permite que os atores políticos não apresentem alternativas entre si e que os cidadãos não se dêem ao trabalho de pensar nelas. Tudo se resume a qualidades pessoais.

Nada tenho contra a crispação política. Pelo contrário. Nos tempos que correm, com a injustiça evidente na distribuição de sacrifícios, com o egoísmo a corroer a Europa por dentro, com o assalto das instituições financeiras aos cofres públicos, com a suspensão de várias democracias europeias, fazia falta um sobressalto cívico. Mais crispação e menos anemia democrática. Mas a crispação que falta é política. Querem insultar-se? Insultem-se. Mas com conteúdo, se fazem favor.

em tempo de sacrifícios

Texto e imagem do blogue We Have Kaos in the Garden:


O Presidente da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, teve uma remuneração de 1,33 milhões de euros no ano passado, (menos 236,8 mil euros do que em 2009), só ultrapassado pelo Presidente da PT, Zeinal Bava , que recebeu 1,41 milhões de euros.

Podem ser todos muito bons e muito competentes, podem dar milhões de lucros às empresas que lideram, mas nada disso faz com que estes salários não sejam imorais e vergonhosos em qualquer altura, mas muito mais quando se fala de crise e bancarrota. Quando tanta gente passa por tantas dificuldades, pelo desemprego, pela fome e pela pobreza. Solidariedade? Sacrifícios repartidos por todos? Haja vergonha.

28/04/11

máquina para bancos de esperma

A máquina faz aquilo que é suposto fazer. No entanto, como é fabricada na China, o mais certo é avariar mais tarde ou mais cedo. Esperemos que não maltrate nada a ninguém.

o jantar dos hereges


A Última Ceia tem sido glosada e gozada ao longo dos tempos, no cinema, no teatro, na moda, na pintura, na publicidade. Eis alguns exemplos.

a crise e o dominó europeu


por Daniel Oliveira
Expresso online

Enquanto o debate político português continua centrado no seu próprio autismo - dedicado à autoflagelação e ignorando a crise europeia -, estão a acontecer coisas interessantes. Duas, por agora: a lenta agonia espanhola e a ameaça de reestruturação da dívida grega. Basta que a última aconteça para a queda de Espanha ser uma questão de dias. E depois dela, o contágio a Itália e à Bélgica.

Este efeito dominó acabará por criar uma situação financeira, mas também política, absolutamente nova. Com a queda de dois grandes a Europa será mesmo obrigada a reagir. O egoísmo alemão terá de fazer uma escolha: ou muda de rumo ou prepara a morte do euro e da União Europeia. E a segunda escolha terá um preço de tal forma arrasador para os alemães - sempre foram os que mais ganharam com a moeda única - que nem é sequer uma alternativa para quem não queira ficar na história como o chanceler que matou a economia alemã.

Se este cenário se confirmar - e cada vez mais sinais apontam para aí -, os seus efeitos dependerão da rapidez de uma reação europeia. Se for, como tem sido, a passo de caracol, estamos todos tramados. O barco vai ao fundo e ninguém se salva. Se for, por pressão dos gigantes em queda, rápida, talvez haja futuro para a Europa. E talvez haja futuro para Portugal.

Triste situação é esta, em que a nossa sobrevivência depende da desgraça alheia. Triste Europa é esta, que só acordará no dia do Apocalipse. Tristes líderes políticos são estes, tão dependentes dos poderes financeiros que só pensarão no futuro quando a tragédia lhes bater à porta.

podemos despedi-los, somos os patrões


Os que, por inércia, alienação, desinteresse, protesto, seja qual for a razão, não costumam votar, já pensaram que nós somos os patrões dos políticos, somos nós que lhes pagamos com os nossos impostos? 

Numa qualquer empresa, um empregado incompetente, corrupto, preguiçoso, tem um único destino, sem apelo nem agravo: o olho da rua.

Porque é que não havemos de fazer o mesmo com os nossos assalariados? Usando o voto não para os perpetuar no poder, em doentia alternância, mas para os despedir com justa causa, sem direito a indemnização.

Se não continuarmos a votar útil, a pensar no futuro próximo e na necessidade de termos um governo "forte" que resolva os nossos problemas imediatos, se tivermos a preocupação de pensar a longo prazo, se deixarmos de votar no mal menor, se os despedirmos ou pelo menos lhes infligirmos um processo disciplinar, expresso numa votação ínfima em cada um deles, os partidos até agora no círculo do poder serão obrigados, mais tarde ou mais cedo, a regenerar-se. Outros líderes surgirão, o nobre objectivo de servir o país, tão desprezado, ressurgirá.

Não adianta mudarmos de sistema: ninguém descobriu outro melhor do que a democracia. Mas podemos mudar os políticos que temos. Está nas nossas mãos. Os patrões somos nós.

Votemos. Mas não nos empregados que temos tido. Trinta e sete anos de incúria, incompetência, clientelismo, corrupção, são mais do que suficientes para nos provar que não servem. Não prestam.

Venham outros!

a herança de cavaco


Le Monde: Sobre a “destruição subsidiada” da indústria portuguesa
Do blogue Quintus


Le Monde (http://t0.gstatic.com)

“O diário (Le Monde) aponta o Ave “dos vales verdes e de crises profundas” como o epicentro do desemprego e das falências, vítima das deslocalizacoes e da “destruição subsidiada” da indústria portuguesa. E não prevê por ali qualquer mudança a curto prazo. Refém da “apatia generalizada” de uma população “profundamente católica” mais sensível ao “paternalismo patronal” que ao sindicalismo, “a revolta jamais estará na ordem do dia” no Vale do Ave.“

Fonte:
Sol 28 de janeiro de 2011

É curioso que um jornal de um dos países que mais contribuiu para a destruição da indústria portuguesa, o “Le Monde” seja tão claro ao ponto de escrever precisamente “destruição subsidiada da indústria portuguesa”. Porque foi isso que aconteceu. A Europa (liderada pela França e pela Alemanha) pagaram para que Portugal parasse de produzir bens manufacturados e agrícolas, abrisse as suas fronteiras aos produtos do norte e às indústrias chinesas (em troca da sua abertura às importações dos produtos de alta tecnologia fabricados no norte da Europa). Portugal – como outros – foi imolado no altar da globalização. Os seus políticos foram comprados com cargos europeus e com “elogios podres” e aceitaram a tercialização da sua economia. Os empregos durante vinte anos foram-se deslocalizando e o interior do país desertificando-se. Ficámos cheios de auto-estradas, pontes e dívidas. Mas sem empregos, indústria ou agricultura. A Europa ficou contente. E nós? Quando vamos despertar desta modorra carneiral e dar a volta por cima e sobre esta Europa que nos empobreceu (dando a ilusão de riqueza) e que nos asfixia na vã (?) esperança de nos tornar num enorme “resort”.

a cegueira do poder

Do blogue We Have Kaos in the Garden:


Cegos. Quando surgiu por aí a patética escolha do Fernando Nobre para cabeça de lista do PSD por Lisboa, grande foi a onda de indignação, merecida, que se abateu contra ele. Só uma das criticas me pareceu injusta, a de ter aceite o cargo sem conhecer sequer o programa eleitoral do partido. Injusta, não por não ser justa, mas por ser comum a todos os candidatos de todos os partidos que ainda não apresentaram o seu programa. Todos, aceitaram ser candidatos a deputados para defenderem um programa que não conhecem. Muitos vão ser deputados e aceitam calmamente que, pela disciplina de voto, poderão ter de votar contra aquilo que acreditam ou contra a sua consciência. 

Podemos nós votar em quem claramente está lá pelo cargo e não pela representação dos que o elegeram? Eu não. 

nova idade mínima para a reforma: 100 anos


A senhora, Sally Gordon de sua graça, tem mérito: é funcionária do Congresso do Nebraska há mais de 80 anos. Decidiu reformar-se, aos 102 anos, porque, alega, "Ainda sou nova. Agora quero gozar a minha reforma".

O Sócrates que não leia isto. Ainda tem a ideia de aumentar a idade da reforma para os 100 anos ou mais. Numa altura em que uma criatura chega aos 50 anos e é considerada lixo redundante e obsoleto, estaremos mais 50 no desemprego, à espera da pensão. Miserável. A pensão e o Sócrates.

Haja saúde!

sócrates: desfaçatez sem limites


Transcrevo, sem mais qualquer comentário, a notícia do Correio da Manhã:

Sócrates: “Vamos ter saudades do PEC”
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse esta quinta-feira que o acordo em torno da ajuda externa vai ser divulgado "nas próximas semanas", sublinhando que Portugal vai ter "saudades" do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).

"Julgo que teremos nas próximas semanas condições para que esse acordo e programa possa ser público e seguir os trâmites europeus", afirmou José Sócrates no Fórum TSF, sublinhando a importância de negociações "rápidas" e "discretas", para que as medidas sejam levadas à reunião do ECOFIN de 16 de Maio.

o grande maestro josé sócrates pinto de sousa


Por SANTANA CASTILHO
Jornal O Público

Frederico II, O Grande, rei da Prússia, disse que “a trapaça, a má fé e a duplicidade são, infelizmente, o carácter predominante da maioria dos homens que governam as nações”. José Sócrates Pinto de Sousa, o grande maestro, ilustra-o.

Na farsa de Matosinhos, a que o PS chamou congresso, usou bem a batuta da mistificação e deu o tom para o que vai ser a sua campanha: ilibou-se de responsabilidades pela crise e condenou o PSD; tendo preparado, astutamente, a queda do Governo, ei-lo, agora, cinicamente, a passar para o PSD o ónus da vulnerabilidade que nos verga.

apresento-lhes, em primeira mão, o ronaldinho

no país das carpideiras

Os portugueses choram os seus tristes fados. Do império afundado e do Sebastião martirizado à pobreza crónica, às estatísticas que nos colocam sempre no rabo da Europa. Mas são os portugueses que moldam o seu destino, para o bem e para o mal, quase sempre para o mal. Até no simples acto de votar, os portugueses têm desperdiçado todas as oportunidades de inverter a situação e derrubar os políticos que, até hoje, mais não fizeram do que empobrecer, apodrecer o País e enriquecer-se a eles próprios. Pacheco Pereira, e outros, afirmarão que estas palavras, e estes sentimentos, são grosseiros, demagógicos, populistas. Foleiros. Quero lá saber do Pacheco Pereira e dos outros como ele. Valem o que valem e, até agora, valem nada porque nada fizeram por Portugal. Portugal deu-lhes notoriedade, estatuto, empregos pagos principescamente, a alguns deu-lhes cargos governamentais que não souberam exercer, a outros tornou-os milionários de um dia para o outro. E nós? Nas horas de aperto, apertam-nos o cinto e o pescoço, enquanto eles, e os da laia deles, seguem incólumes, sem que a Justiça ou as dificuldades económicas os belisquem. Façamos deste acto tão simples, o de votar, um acto de lucidez. De uma vez por todas.

à venda numa banca perto de si

27/04/11

o casamento do ano

Só falta o Portas na fotografia, que esse já anda de feira em feira aos beijinhos e na oferta de canetas, sacos de plástico, porta-chaves. Mas o seu lugar no triunvirato está garantido, ninguém lho tira (a não ser os portugueses, pelo voto).

os 20 jogadores de futebol mais bem pagos do mundo


Não há dúvida, o mundo está a ser cada vez mais um lugar mal frequentado. Veja-se a foto de cima e compare-se com o quadro de baixo. 

JogadorClubeMensalAnual
1Cristiano RonaldoReal Madrid1.000.000 €12.000.000 €
2Lionel MessiFC Barcelona875.000 €10.500.000 €
3Fernando TorresChelsea833.000 €10.000.000 €
4Yaya TouréManchester City833.000 €10.000.000 €
5Wayne RooneyManchester United791.000 €9.500.000 €
6Ricardo KakáReal Madrid833.000 €9.000.000 €
7Zlatan IbrahimovicAC Milan833.000 €9.000.000 €
8Emmanuel AdebayorReal Madrid708.000 €8.500.000 €
9Carlos TevezManchester City666.000 €8.000.000 €
10Samuel Eto´oInternazionale666.000 €8.000.000 €
11Frank RiberyBayern Munique666.000 €8.000.000 €
12John TerryChelsea625.000 €7.500.000 €
13Frank LampardChelsea625.000 €7.500.000 €
14Steven GerrardLiverpool625.000 €7.500.000 €
15XaviFC Barcelona625.000 €7.500.000 €
16Anders IniestaFC Barcelona583.000 €7.000.000 €
17David VillaFC Barcelona583.000 €7.000.000 €
18Daniel AlvesFC Barcelona583.000 €7.000.000 €
19Edin DzekoManchester City541.000 €6.500.000 €
20Rio FerdinandManchester United541.000 €6.500.000 €