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701 insultos para ter sempre à mão
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Vários amigos têm-se queixado de que começam a faltar-lhes os adjectivos para qualificar os titulares de cargos públicos e as suas acções. Tendo tomado conhecimento do facto, e no sentido de procurar ajudar quem se encontra nesta condição, através de mão amiga (Carlos Robalo), cheguei a um blog onde isto está listado e a crescer: O imponente coiso. Afinal, hoje é dia de Greve Geral e não queremos que ninguém se sinta embaraçado por lhe faltar a palavra certa. Sublinho que nenhum dos termos utilizados tem qualquer conteúdo homofóbico, xenófobo, racista, sexista ou whatever . São mesmo só insultos, despidos destas semânticas. Ok? É só escolher e insultar à vontade: A bafa-a-palhinha, abécula, abelhudo, abichanado, abutre, agarrado, agiota, agressivo, alarve, alcouceira, alcoviteira, aldrabão, aleivoso, amalucado, amarelo, amaneirado, amaricado, amigo-da-onça, analfabeto, analfabruto, animal, anjinho, anormal, apanhado do clima, aparvalhada, apóstata, arrelampado, arrogante...
grande best-seller nacional, há dois anos nos tops de vendas
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Best-Seller.Tops. Expatrie-se a língua, tal como se exportam portugueses às carradas, tudo mercadoria barata, tudo carne para o patrão. Vem o aranzel a propósito deste grande êxito editorial, o maior dos últimos dois anos em todo o País. Trata-se de uma edição Polvo Livre e só custa alguns impostos mais e alguns salários menos. Dada a sua indiscutível qualidade, e a grande envergadura política e intelectual do autor, até que nem sai caro. Já vai na sétima edição, com o alto patrocínio da troika , os mercenários, perdão, os mecenas da Nação. Os direitos de autor revertem a favor da banca.
quer saber o que é o clube bildeberg que, tão penhoradamente, convidou tozé seguro para uma das suas reuniões ultra-secretas?
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o laboratório do saque
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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org/ Reportagem alemã sobre o processo de privatização da distribuição de água em Portugal. Julgam os povos do norte da Europa que estão a salvo. Enganam-se. Nós somos apenas o laboratório de um saque há muito sonhado. Pena que para este assunto ser assunto tenhamos de procurar na comunicação social alemã. Nota: caso não surjam de imediato, active as legendas (primeiro ícone em baixo, do lado direito)