já se retesa o barroso

Barroso, aquele ser que tanto honrou o nome de Portugal à frente da Comissão Europeia, já se estica, já se põe em bicos de pés para que dêem por ele, para que o vejam como a alta individualidade ideal para, depois de Cavaco, ocupar o cadeirão presidencial do asilo belenense, berlinense por decisão imperial e vocação do que ali se alberga. Disse ele, sem enrubescer a distorcida fronha, que se não fosse estar um português, Sua Borrosa Excelência, na presidência da CE, os portugueses teriam sido muito mais castigados, os sacrifícios teriam sido maiores, mas Ele, o nosso Robin dos Bosques, o nosso Cristo do século XXI, falou grosso, lutou com denodado heroísmo contra a quadrilha de vendilhões e de ladrões liderada pela senhora Merkel e secundada em Portugal pelo seu fiel, o doutor Coelho, fiel do armazém de mão-de-obra barata e de carne para canhão da guerra que, mais tarde ou mais cedo, mais cedo do que tarde, vai rebentar por aí e rebentar-nos a todos.

Barroso é um ser medíocre, uma anedota de mau gosto, carpideira e gato-pingado do projecto europeu. Queremos que venha a ser também o coveiro que, com um esgar de  nojo na retorcida catadura, nos vai arremessar para a vala comum?

O povo é soberano. Ele lá saberá se, com a lucidez do seu voto, nos quererá enterrar de vez. Talvez seja a solução. Final.

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