a irrevogável vaidade do doutor paulo portas



Quem o diz é o Jornal de Negócios, e quem sou eu para o desmentir? Paulo Portas estava tão convencido de que tinha ascendido ao lustroso cargo de vice primeiro-ministro que, antes da confusa comunicação ao País do excelso Presidente, já andava, pela calada da noite, em "aventuras semiclandestinas" (quem o diz, uma vez mais, é o Jornal de Negócios e não eu), pelo património do Estado espalhado por Lisboa, em busca de uma sede digna do seu novo estatuto.

Quiçá acompanhado por um arquitecto sonante e uma decoradora de interiores de nome próprio Xaxão, Pilita, Babá, Bébé ou algo assim parecido. Sei lá.

Enfim, vaidades. Portas preocupa-se com ele, depois com os seus aposentos reais. O País vem em último lugar, por mais que ele alegue patriotismo e responsabilidade, intenções, como se sabe, revogáveis em troca de um gabinete de luxo, um carruncho melhor, um título mais sonante. Sei lá.



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