o palhaço que aterrorizou o mundo

1925. Adolfo estava na prisão e chamou um fotógrafo, Heinrich Hoffmann, para registar o seu ensaio de um discurso, que esta coisa do marketing político não é de agora. Adolfo sabia-a toda.

O resultado do trabalho de Heinrich foi de tal forma caricato que o próprio Adolfo, o querido Adolfo de todos nós, exigiu que o fotógrafo destruísse os negativos. Mas Heinrich, ainda bem, não obedeceu ao futuro Chanceler e Fuhrer da grande nação alemã a quem a Europa tanto deve. Aqui está o Adolfo enquanto jovem político promissor. O mundo haveria de conhecê-lo poucos anos depois. Louco e sanguinário.












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