ao que chegámos!


A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada vai fazer queixinhas a Bruxelas, ao guardião do capitalismo degenerado. Assim não pode ser. O Estado tem que deixar o negócio da Saúde para eles e só para eles. Passos é que não se pode queixar, nem a Bruxelas nem deles. Quem semeia ventos, colhe tempestades e estas ele até há-de gramar.

Fique-se com o dito de Artur Araújo, AA para os amigos, sobre este candente problema de haver saúde em Portugal tendencialmente universal e gratuita:

"Não vamos tolerar mais práticas de gestão pública que privilegiem sistematicamente o sector dito social".

Ora toma, embrulha e mete na tulha. Onde perecem a Educação com a Saúde, a Segurança Social e o Estado a que isto enfim chegou.

Comentários

rui disse…
O CONTRIBUINTE/CONSUMIDOR TEM DE SER DOTADO DUMA MAIOR CAPACIDADE NEGOCIAL
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Existem empresários que compram empresas concorrentes com o objectivo de obter um certo domínio num determinado segmento do mercado... depois... ao alcançarem um certo domínio no seu segmento de mercado, forçam os fornecedores a baixar os preços, isto é, ou seja, reduziram a capacidade negocial do fornecedores.
Existem políticos/marionetas que fazem o mesmo tipo de trabalho: leia-se, privatizam empresas estratégicas com o objectivo de reduzir a capacidade negocial do contribuinte/consumidor... beneficiando, desta forma, certos grupos económicos.
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Exemplo 1: Há alguns anos atrás quiseram introduzir taxas em cada levantamento multibanco... todavia, no entanto, o banco público C.G.D. apresentava lucros sem ser necessário mais uma taxa... o pessoal que queria introduzir mais uma taxa lá teve de amochar!...
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Exemplo 2: A EDP Renováveis vende a energia eólica a 60 euros o MWh em Espanha, nos Estados Unidos a cerca de 50 euros, e em Portugal vende a 100 euros... o contribuinte/consumidor, de mãos-atadas, tem de comer e calar!
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RESUMINDO: uma empresa pública em concorrência no mercado, a apresentar lucro, confere ao contribuinte/consumidor uma elevada capacidade negocial!
CONCLUINDO: por meio de referendo o contribuinte/consumidor deve decidir em que segmentos de mercado deve existir a concorrência de empresas públicas, isto é, ou seja, o contribuinte/consumidor deve decidir em que segmentos de mercado deve possuir uma maior capacidade negocial.
{http://concorrenciaaserio.blogspot.pt/}
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P.S.
Não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade (sectores estratégicos) - que implicam um investimento inicial de muitos milhões - só a concorrência de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada.
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Anexo:
Já há alguns anos que aqui o je vem divulgando Direitos que considera serem importantes:
1- O Direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones : ver blog "http://separatismo--50--50.blogspot.com/".
2- O Direito à Monoparentalidade em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas: ver blog "http://tabusexo.blogspot.com/".
3- O Direito ao Veto de quem Paga: ver blog "http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/".

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