é no trono que se faz merda


Já toda a gente percebeu: Paulo fica, Paulo, numa decisão irrevogável, irrevogavelmente fica. De pedra e cal. O que ainda ninguém me conseguiu explicar, se calhar nem ele, se calhar nem Coelho, se calhar nem Cavaco, é se permanece ministro dos Negócios Estrangeiros ou se vira vice primeiro-ministro. Quando parecia estar a ganhar esta Guerra do Trono, eis que o almocreve de serviço, o Sr. Silva, lhe tirou o tapete e se espalhou ao comprido. Entre os bobos da corte e os bufarinheiros de Berlim, o reino de Portugal e dos Algarves cheira mal e apodrece. Reinadios, reinam com a gente. Enquanto a gente quiser.

Resta-me a consolação de saber que não são mais do que eu: quando se sentam no trono é para fazer merda.

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