"é natural que os portugueses estejam à procura de formas alternativas de colocar as suas poupanças."


Quem disse a frase que abrilhanta o título?  O mesmo homem que afirmou, ainda, que os portugueses "não estão arruinados", ainda têm dinheiro para investir e acolherão, de bom grado, a possibilidade de aplicar as suas poupanças na dívida pública do País. Disse-o na sua voz pausada de sempre, entre o ventríloquo canhestro e o gato-pingado moribundo. É um homem doente. Profundamente doente. Não lhe digo o nome. Não só porque me dá voltas à tripa mas também porque os insultos estão proibidos em Portugal tal como, um dia destes, os ajuntamentos de mais de duas pessoas. Só adianto que começa por "Gas" e acaba em "par". Tonto? Sádico? Ou simplesmente bandalho? Quanto a nós, aleluia!, o maná caiu-nos do céu.

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