vítor, pai adoptivo


Para mal dos nossos pecados, que não são tantos que merecessem um castigo assim, Gaspar existe e ainda mexe. Não há chuva que o encolha, recessão que o tolha. Para a frente é que é o caminho e para trás mija a burra e, que se saiba, Gaspar não é asno, não senhor, faz é de nós mulas de carga. Vítor e, claro, o Pedro, o casal perfeito que jurou amor eterno e nos adoptou a todos nós e a todos nós quer proteger, não vá gastarmos demais, comermos demais, ganharmos demais, vivermos demais. Pedro sem Vítor não é ninguém.  É feliz. São felizes.

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