valha-nos nossa senhora de fátima!


Depois de Jonet, depois de Ulrich, depois da Espírito Santo, temos agora Fátima Lopes, a estilista. Diz ela, para justificar o uso de peles em confecções de luxo, que envergar raposa é o mesmo que comer um bife. Não vem à colação se nos devíamos tornar todos vegetarianos, muito menos o método de abate dos animais, em tantos casos repugnante e cruel. O que está em causa é a burrice da menina. A Fátima desconhece a diferença entre matar por necessidade e matar por vaidade, por ostentação. A Fátima nunca poderia ter sido um dos pastorinhos. A Fátima nunca poderia ter surgido do céu sem ser por acidente de pára-quedas ou de balão. O santuário da Fátima tem moedas em vez de hóstias, champanhe por água-benta, vestidos de noite por paramentos.

Portugal anda bem servido de cabeças de vento, crápulas, ricaços vitimados, coitados, pelo egoísmo, a avidez do lucro, o desprezo pelo, no dizer cristão, seu semelhante.

Jesus disse que deles nunca seria o reino dos céus. Esperemos que, ao menos Ele, tenha sabido cumprir uma promessa.

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