negócios privados, públicos prejuízos


Já foi Atlântico. Agora é Montez e é Meo. Não meu. Não teu. É Meo e Montez, genro, marido, pai, membro do clã da Coelha na possessão de Coelho. Dizem-no carregado de dívidas, falido, mal de que a Meo também padece, mas quis o Atlântico e teve o Atlântico num pacífico acordo em que Portugal, quer-me cá parecer, saiu a perder. Tal como com a REN, a EDP, os CTT, a PT, a ANA e qualquer dia a TAP. Um oceano de oportunidades para chineses, angolanos, franceses, Meo e Montez. Um festival de negócios privados e de públicos prejuízos. Uma arena onde a festa brava não é para todos, nem todos sabem agarrar pelos cornos uma boa ocasião, os saldos, as promoções, os descontos, as liquidações, os leilões, as privatizações. Construído com o nosso dinheiro, já não é teu nem meu. É Meo. É Montez. O acaso os fez, o azar os juntou. E nós, peões de brega, mansos como o mais ordeiro dos bovinos, ruminamos agravos e deixamo-nos mugir. A mama ainda não secou.

Comentários

Cavaco e sagrada família enterrados até às orelhas.

"Eu não faço política e o meu sogro não faz concertos"

Cavaco não faz concertos, ajudará com os amigos banqueiros a fazer a música?
Os dinheiritos para comprar o pavilhão Atlântico (21, 2 milhões), vieram de onde? Música no Coração ou BES?

Luís Montez tem, pelo menos, ALEGADAMENTE, 13 processos de execução pendentes e a sua empresa, Música no Coração, é considerada de “risco comercial elevado” e de “crédito não recomendado”
O genro do Presidente da República, Cavaco Silva tem mais de uma dezena de processos pendentes em tribunal, por dívidas. Alguns deles remontam a anos anteriores, mas outros são relativos ao ano de 2012. Feitas as contas, são várias centenas de milhares de euros que Luís Montez tem em dívida.

E o Zé Povinho a pagar...

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