o grande revolucionário da goldman sachs




"A crise é mais injusta, mais penosa e mais difícil e leva mesmo a sentimentos de revolta, que todos devemos sentir".

“Houve quem beneficiasse muito com esta política (do governo) e não foram os mais pobres. (…) E houve também quem ficasse prejudicado em termos relativos e quem acabasse por ver a sua situação piorar ao longo do tempo”.

“Não há efectivamente uma distribuição equitativa das consequências (da crise) e muitas vezes há mesmo muita, muita impunidade.”

Quem disse isto? Arménio Carlos? Jerónimo de Sousa? Louçã? Garcia Pereira? O meu vizinho do 5º esquerdo, ardente militante das FP25 há uns anos atrás?

Não. Quem disse isto foi António Borges, o homem da Goldman Sachs em Portugal, o rei dos hipócritas, o especialista nas privatizações ao desbarato, o mesmo que disse que os salários tinham que baixar em Portugal e outras alarvidades de que não me lembro agora porque elas são tantas e ditas por tantos que os meus neurónios já não aguentam tanta palavra oca de gente louca. Tão louca que está a pôr este país a pão e água. E, qualquer dia, a ferro e fogo.

Imagem: http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/

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