negrumes

Vejo um horizonte de incertezas, tristezas sem fim nem rumo. Negros são os dias. Frias são as esperanças. Fomos engatados, enganados, esganados, esmagados. Fomos abandonados à nossa sorte. De morte, pobreza, desespero, solidão, desmesurada infelicidade. Sinto as dores do mundo. Oiço os gritos dos homens. E dói-me. E corrói-me. Custa tanto respirar, custa ver, viver. 

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