um país de autarcas


Já tínhamos o cromo Almeida a candidatar-se por Gaia, o Martins por Pêgas, o Coelho por Branca, o Paleco e o Chicharro pela Nazaré, o Bandeira pela Palhaça, a Aida pela Roliça, Natal e Belém por Lagoa, o Carlos Baptista, o Paulo Baptista e o João Baptista por Beijós, a Merrelho por Belinho, o Cepa por Mar, o Fava por Torrão, o Cópio por Odemira, o Bexiga por Maia, o Carneiro por Curalha, o Lourenço e o Lourenço por Lamego, o Judas por Almada, o Queimado pela Chamusca, o Coroado por Oeiras, o Tasca, o Nora e o Vinha da Costa por Matosinhos, a Nélia e o Cavaco por Altura, o Martins por Bustos e Mamarossa, o Moreira por Negrelos, a Linda Rosa por Fânzeres, o Nazaré por Rio Maior, o Canta pelo Montijo, o Oliveira por Arco de Baúlhe, o Ferreira por Sapataria, o Saldanha por Marvila, o Pereira por Canelas, o Bulhão por Almada, o Cunha por Quinchães, o Pais por Babe, o Gomes por Cabeçudo, o Contente por Ponta Delgada, o Alírio por Santo Tirso, o Cafôfo pelo Funchal, a Maria da Luz por Beselga. Já tínhamos mais de metade da população portuguesa a concorrer às eleições autárquicas, que a vida está pela hora da morte e isto bem repartidinho dá para todos e sobeja. Passamos a ter agora, também, a Adriana Xavier, essa mesma, a da fotografia, a concorrer à Assembleia de Freguesia de Lagos sob os augustos auspícios do Bloco de Esquerda. 

Pois cá eu, que sou Cruz, vou concorrer pelo Calvário.

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