então, seus artolas, que me dizem a isto?

Queriam um governo de esquerda num país da Europa, seus papalvos? Pois fiquem a saber, seus cretinos, que a Merkel não deixa, o Juncker ou Junker ou Junckers ou Junkers não deixa, o Draghi não deixa, a Lagarde não deixa e, sobretudo, Passos Coelho e Luís Albuquerque, mais papistas do que a papisa Ângela, não deixam. É preciso dobrar os gregos, vencê-los, chantageá-los, fazer deles um exemplo para os que ainda possam ter a veleidade de querer controlar os seus destinos, com arrobos de liberdade, justiça social, igualdade, lérias dessas. Idiotas! A austeridade veio para ficar. Os roubos nas pensões e nos salários são definitivos. O Estado Social é uma ideia cediça que urge implodir rapidamente e em força. Os países da periferia são excelentes reservas de mão-de-obra barata, há que domá-los como se fazia com os outros escravos, os de antigamente: chicote nos costados, uma malga de sopa, uma bucha, uma sardinha e viva o luxo! Nem pensem, seus lorpas, nem sonhem votar em comunistas ou pró-comunistas ou em qualquer outro grupelho da esquerdalhada que a Europa corta-vos as vazas e as asas se se põem com devaneios de amanhãs que cantam e de futuros melhores para os vossos filhos. Piegas! Quanto muito votem, enquanto podem votar, naqueles socialistas ou sociais-democratas ou lá o que é que andam por aí à volta do mesmo tacho por onde também nós enchemos a mula e acalentamos as enxúndias. Vá, seus borra-botas, façam o que vos mandam. Já não são, nunca foram nem nunca serão quem mais ordena. Aprendam. Submetam-se. Amouchem.


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