morte ao tribunal e a quem o apoiar!

Palácio Ratton

Então não é que o grupelho que se apoderou do PSD, coisa de que não viria nenhum mal ao mundo não fosse ter abocanhado também o País, anda por aí a querer que o Tribunal Constitucional esqueça aquilo para que foi criado, defender o cumprimento da Constituição? Vivem-se tempos excepcionais, afirmam, que requerem medidas excepcionais que os senhores juízes deveriam aceitar mesmo que firam de morte os princípios básicos da nossa lei fundamental e do Estado de Direito (coisa que eles não devem saber o que é, lá nas empresas que geriram, por curto tempo e mal, não havia dessas minudências, constituições, leis, decência, ética, merdices sem importância nem préstimo). 

O Tribunal, insinuam, não pode fazer política nem aliar-se, antidemocraticamente, à minoria, eles é que são a maioria, os portugueses votaram neles e só neles. Dizia ontem Vasco Lourenço, numa entrevista, que Hitler também foi eleito. Os hitlerzinhos que mais ordenam no País perderam grande parte dos seus eleitores, não é especulação, é realidade e da mais pura e da mais dura, mas acham que podem fazer tudo o que lhes der na real gana em nome da dívida, em nome da Merkel, em nome dos mercados, em nome da sua própria incompetência e, pior, em nome de uma ideologia económica nefasta, neofascista, predadora e perdedora. 

Vão-se ao Ratton! Deitem fogo aos arquivos, aos livros, à papelada inútil que por lá deve abundar. Destruam móveis. Corram com os juízes. Aquilo dava um lindo quartel general para uma qualquer gestapo de meia-tigela. A condizer com a seita desgovernante. 

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