adeus, adeus, até nunca mais

Na semana passada, andou pela Suécia a fazer propaganda de um país em fanicos, segundo ele o que mais tem crescido por toda a Europa e patati e patatá. Hoje partiu para Cracóvia. Por cá, confesso, não nos faz falta. Nem deixa saudades. Pena termos que lhe pagar, mais às secretárias, assessores, motoristas e outro pessoal maior e menor. Uma tristeza. Um desperdício. 

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