2013, ano de azar

Como não escrevo para os jornais, não opino na televisão, tenho toda a liberdade de chamar os bois pelos nomes. E chamo. Esse ser desprezível, o cantor de ópera-bufa que nos coube em sorte, ele e os seus comparsas na associação criminosa a que se tem dado o nome de governo, praticam crimes contra a humanidade. O empobrecimento forçado, a criação intencional de desemprego e de falências em catadupa, o propósito de esvaziar o Estado de todas as suas responsabilidades sociais para as entregar nas mãos de privados, a venda ao desbarato das empresas públicas comprometendo não só a sustentabilidade do Estado mas, ainda mais, o futuro dos portugueses, são crimes. Crimes hediondos. E o barítono de Massamá lá veio ontem, impunemente, impudicamente, ameaçar-nos com mais impostos, mais cortes, mais desgraças. Este vai ser o pior Natal das nossas vidas. Consolemo-nos porém. O de 2013 será ainda mais triste, mais trágico.

Aqui fica uma ideia: convocar manifestações para a meia-noite de 31 de Dezembro. A chegada de 2013 não pode ser celebrada, nada há para festejar, mas antes marcada por actos de protesto e raiva.


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