o galarote canta de galo


Por mais protestos, manifestações, greves, já repararam que eles têm levado avante todas as patifarias, consumado todos os planos de destruição do País? O galarote Coelho canta de galo. Sem saber ler nem escrever, em nome da democracia para melhor a moldar aos seus intentos, a crise soube-lhe tão bem, a grande oportunidade para pôr em prática as experiências mais radicais - e mais torpes - do neoliberalismo. E, depois, quem canta a Grândola a ministros são os que põem em perigo a democracia, são os terroristas de que urge ter cadastro policial e, um dia destes, registo prisional. Já faltou mais.

Precisamos de ir mais longe, de ter mais gente, muito mais gente nas ruas a 2 de Março, de ficar por lá até que o galarote deixe o poleiro e recolha à capoeira.

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