cautelar e caldos de galinha


Caldos de galo velho, eis do que estamos a precisar e cá está Mira Amaral, agora do BIC, amanhã de quem der mais por ele e seja o que Deus quiser, para nos dar o que precisamos. Segundo a sua sempre sagaz e cuspidinha opinião, Portugal não pode prescindir, no mínimo dos mínimos, de um programa cautelar. Que nos mantenha agrilhoados aos ditames estrangeiros. Que corroa ainda mais a economia e os portugueses para - oh milagre! - daqui sair um país novo, o coliseu dos pequenos césares apinhado de uma imensa multidão de escravos entregues à voragem dos leões e tubarões do lucro fácil, que a vida de puta não se faz no bordel mas na banca, na bolsa, nos mercados.

Já Ulrich, que não pode ficar calado, é mais forte do que ele, veio dizer que confia inteiramente em Passos e Albuquerque sobre as medidas a adoptar findo o programa de ajustamento.

Cá por mim, podiam-se ter casado, estão bem um para o outro, só se tinha estragado uma casa e não teriam constituído prole, outra vantagem tudo menos despicienda. 

Ah!, e ainda existe quem seja contra a união, com casamento ou não, de pessoas do mesmo sexo. Plesbicite-se este. Terão um país inteiro a dizer SIM!

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