o enlevo do sabujo

Ei-lo que olha para a sua santinha como uma beata mira lacrimejante uma estatueta de Nossa Senhora de Fátima em cima da peniqueira. Embevecido, enleado, apaixonado pela grande líder, a megera de todos os europeus. Durão, esse zero tanto à esquerda como à direita, ficará para a história, a pequena e não a grande História, como o homúnculo que, de mordomo nos Açores, passou a presidente de qualquer coisa que não se sabe muito bem o que é, a sua acção, sempre que se deu por ela, foi pusilânime, uma vez lambe-botas sempre lambe-botas. Não nos poderia ter acontecido pior troika lado a lado com a outra troika, unha com carne por assim dizer: Cavaco, Passos e Durão, todos do PSD, todos excelentíssimas nulidades ao serviço da gula dos mercados e em detrimento de 10 milhões de portugueses. Barroso, tanto ou mais do que os outros dois, é borroso. Cheira mal. Pensa mal. Parece mal. Deus queira que não suceda a Cavaco. Diz-se que uma desgraça nunca vem só. Que, desta vez, não se cumpram os fados. Os fardos. 

Aconteça o que acontecer, não nos obriguem a trocar as vogais ao fado. Disso, já tivemos com fartura nos últimos dois anos. E não nos deu gozo.

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