a grande pátria, os grandes párias

Os investidores estão a largar Portugal, Espanha, Itália e, claro, a Grécia, para se refugiarem em obrigações francesas e, sobretudo, alemãs.  Tudo por conta da crise adicional que a Europa - leia-se a Alemanha - provocou num país em crise prolongada e, agora, em morte anunciada. Tudo planeado ao milímetro, à boa maneira alemã. A Europa foi tomada fronteira após fronteira. Até França se ajoelha, por via e vergonha de Hollande, perante a grande imperatriz atroz, uma mulherzinha que, quis o infortúnio e a fraqueza dos "fortes", foi alcandorada a senhora e dona do Velho Mundo. Restam o Reino Unido, que sempre esteve mais lá, do outro lado do mar, do que cá, e a Grécia, estes filhos bastardos de um deus menoríssimo, qual Zeus, qual Afrodite, qual quê! Vamos purificar a gloriosa raça ariana, relegar os escuros e atrasados povos do Sul para campos de concentração, os seus próprios países, onde sobreviverão a trabalhos forçados e pavor.

Acha que exagero? Pois. Eu também peço a todos os santinhos do altar, gregos ou não, que a convulsão europeia não se traduza num estertor final.

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