de visita aos amigos


O activismo político e ideológico da Comissão Europeia [CE], que deveria ser a voz imparcial dos Estados e não a voz dos credores, leva-a a deixar escapar, cirurgicamente, um documento com ameaças e chantagens sobre um órgão de soberania de um Estado soberano e de Direito – Tribunal Constitucional, apodado de activista político.

Infelizmente o mote para esta escalada, golpista de Estado, foi dado por um ministro do Governo que não temos – Paulo Portas e o seu "protectorado", o mesmo princípio subjacente ao relatório da CE, ser activista político com o argumento do activismo político/ estar-se borrifando para a Pátria com o argumento do patriotismo.

Infelizmente não temos Presidente da República que no mesmo minuto exigisse a demissão do representante de Portugal na CE e um pedido de desculpas do respectico presidente.

Infelizmente isto vem dar razão a quem não via nem um avo de vantagem em ter Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia, depois de ter abandonado o país à sua sorte e como paga por ter sido o mordomo da guerra que Bush & Blair inventaram no Iraque.

Estamos por nossa conta.
José Simões

Depois de cortar nos salários, nas prestações sociais, nas reformas, nas pensões de sobrevivência, o presidente do conselho da Pategónia cortou a bandeira nacional numa cerimónia realizada num país amigo, substituindo-a por uma “bandeira inventada, para desenrascar”.

Já anteriormente, o governo da Pategónia tinha “comemorado” a instauração da República, imediatamente antes de cortar o respetivo dia na lista dos feriados nacionais, fazendo subir uma bandeira nacional de quinas e castelos de pernas para o ar.

O governo pategónio explicou o sucedido declarando que o uso de uma “bandeira tosca” está previsto no memorando com a troica, pois a Pategónia não pode viver acima das suas possibilidades heráldicas.
João Paulo Guerra

Maria Luís Albuquerque diz que o seu Governo tem um programa de rescisões amigáveis para assistentes operacionais e para assistentes técnicos, diz que o seu Governo está a preparar um programa de rescisões amigáveis para professores e que agora irá pensar num programa de rescisões amigáveis para outras categorias profissionais mais qualificadas, referindo-se especificamente aos técnicos superiores, embora deixando no ar um objectivo mais vasto: um programa de rescisões amigáveis para médicos, um programa de rescisões amigáveis para enfermeiros, um programa de rescisões amigáveis para militares, outro ainda para juízes, em especial para os do Constitucional. Está toda a gente a mais. Menos eles próprios. Por isso, ao contrário dos restantes, o plano de rescisão que os imprescindíveis vão “desenhando”para si próprios tem cada vez menos de “amigável”. As luminárias estão a descuidar-se. Porque hão-de sair. A bem ou a mal. Ainda vão a tempo de poderem escolher.
Filipe Tourais


Mesmo antes de se ir embora, tinha de destilar mais uma vez o seu ódio pela cultura independente e por todos os que tentam fazer algo que não seja controlado pelo sistema. Rui Rio, o que muitos consideram como a grande reserva moral do PSD, tinha de acabar o seu mandato como começou: a ser um grande FdP. Para que não me ponha um processo se representasse o que eu gostava, Filho da Puta, que cada um possa ler estas iniciais como desejar. Digamos que é um Filho do Porto. 

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